Blasfêmia

“Por esse motivo eu lhes digo: Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada”. — Mateus 12:31

Muitos Cristãos sinceros já se perguntaram se cometeram a blasfêmia contra o Espírito.

Preocupam-se com isso por temor ao Senhor. Eles têm dúvidas porque sabem que estão sujeitos a pecar e temem a possibilidade de ficar afastados do Senhor pela eternidade.
Isso é o contrário da reação dos fariseus e a razão pela qual eles corriam o risco de ficar sem perdão. Momentos antes eles atribuíram ao diabo uma obra do Espírito (v.24). E não foi por falta de conhecimento ou ignorância. Eram homens educados e espertos. Como Jesus acabou de mostrar, a acusação deles era um absurdo. Só havia uma explicação: eles estavam rejeitando O Messias deliberadamente. Com isso, eles cometeram um pecado imperdoável ao rejeitar o único que podia perdoar – Jesus. Qualquer pecado não-arrependido, por menor que seja, não será perdoado (Lc 13:1-3). E qualquer pessoa que rejeita Jesus, o único capaz de perdoar, coloca-se numa
situação igualmente sem perdão. Se a pessoa se arrepender depois, e reconhecer Jesus como Salvador e pedir perdão, certamente ele o dará. Como João afirmou, Jesus nos perdoará “de toda injustiça” (1 João 1:9). Não há pecado nem pecador que ele não perdoe, a não ser aquele que recusa reonchecê-lo como Senhor e Salvador. Se este não
for seu caso, não há porque temer que você tenha cometido a blasfêmia contra o Espírito. Como certo sábio uma vez explicou, seu próprio temor ao Senhor nessa questão é a melhor prova de que desse pecado você não é culpado. Se houver algo do qual você precisa se arrepender, leve para Jesus na confiança de que ele veio levar seu
pecado, todo seu pecado – e um dia levará você daqui para seu lar celestial.

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Relacionamentos e Sucesso nos Negócios

Relacionamentos são a chave para o sucesso nos negócios, não importa qual seja a área ou empreendimento. Isto inclui relacionamentos com pessoas mais velhas do mesmo ramo, relacionamentos com colegas e, o mais importante, relacionamentos com clientes atuais e potenciais. Por isso, até hoje, gasto quantidade significativa do meu tempo com meus amigos. Ouvimos falar muito sobre o valor do “networking”, mas para mim isso parece muito interesseiro. Não se compara a simplesmente fazer amizade com as pessoas, apreciando sua empresa e se beneficiando mutuamente.

Alguém pode perguntar: “E se o cliente potencial não fizer negócio com você? Seu tempo terá sido perdido?” Não! Vale a pena conhecer a maioria das pessoas, mesmo que nunca se tornem clientes ou nos recomendem a alguém. Podemos aprender algo e crescer com todos. E este não é um conceito novo. A Bíblia fala muito sobre isso:

Relacionamentos enriquecem mutuamente. Na maioria dos casos, aprendemos uns com os outros – temos diferentes forças, interesses e perspectivas e podemos nos beneficiar disso. Não subestime o valor de seus relacionamentos. “As pessoas aprendem umas com as outras, assim como o ferro afia o próprio ferro” (Provérbios 27.17).

Relacionamentos aumentam nossa força. Você já deve ter ouvido dizer que dois bois puxam muitas vezes mais juntos do que um só separadamente. Da mesma maneira nos relacionamentos podemos ser mais efetivos e bem-sucedidos em atingir nossas metas. “É melhor haver dois do que um, porque duas pessoas trabalhando juntas podem ganhar muito mais. Se uma delas cai, a outra a ajuda a se levantar. Mas, se alguém está sozinho e cai, fica em má situação porque não tem quem o ajude a se levantar… Dois homens podem resistir a um ataque que derrotaria a um deles se estivesse sozinho. Uma corda de três cordões é difícil de arrebentar” (Eclesiastes 4.9-12).

Liderando Processos de Mudanças

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Algumas pessoas detestam qualquer espécie de mudança. O rompimento das condições do momento lhes é muito perturbador. Para mim, mudança é uma boa coisa, contanto que aconteça nos meus termos. Mas resisto à mudança quando tenho pouca ou nenhuma influência em sua implementação.

No livro, Lições de Liderança de Jesus, Bob Briner e Ray Pritchard fizeram esta observação: “Liderança requer compreensão do que é novo dentro do contexto do velho… Um líder precisa saber o que está acontecendo. Precisa também ser capaz de explicar porque o novo é melhor. Líderes inovadores serão sempre desafiados por aqueles que defendem o antigo.”

A Bíblia é um livro sobre mudanças. Vejamos alguns princípios sobre como lidar com elas:

Saiba o que está acontecendo. Verdadeiro líder não se concentra somente no presente, mas antecipa o que pode acontecer no futuro e como reagir de acordo. Durante um período de grande incerteza, os antigos israelitas foram capazes de se voltar para os “filhos de Issacar, conhecedores da época, para saberem o que Israel deveria fazer” (1Crônicas 12.32).

Estabeleça um exemplo a seguir. Um supervisor meu dizia: “Nunca vou pedir a alguém fazer algo que eu mesmo não esteja disposto a fazer.” Ao aceitar mudanças, colaboradores darão resposta mais favorável se virem seu líder também passar pelo mesmo processo. “Ponham em prática o que vocês receberam e aprenderam de mim, tanto com as minhas palavras quanto com as minhas ações” (Filipenses 4.8-9).

Busque discernimento. Pessoas afetadas por mudanças são as mais adequadas para determinar como melhor colocá-las em prática. Impor mudanças sem pedir sugestões e comentários pode ser desastroso, ou pelo menos, impedirá o processo. “O país que não tem um bom governo cairá; com muitos conselheiros, há segurança” (Provérbios 11.14).