Dez erros clássicos na gestão de equipes em pequenas empresas

Na luta para conquistar mercados e fazer o negócio crescer, o micro e pequeno empresário brasileiro ainda carece de habilidades para extrair o máximo do potencial do seu quadro de colaboradores. Os empresários relutam para entender que o jogo de motivar equipes, conquistar o comprometimento e compartilhar objetivos possui regrar claras e é o fator determinante do sucesso do negócio.

Os empresários que lutam para consolidar o seu negócio repetem as falhas na gestão do seu pessoal e um conjunto delas é recorrente entre a maioria dos micro e pequenos empreendedores.

Eles cometem com freqüência dez erros clássicos na hora de motivar a sua equipe e que podem ser evitados mediante o uso de técnicas específicas, aliadas às habilidades naturais para liderar pessoas. O ponto de partida para sanar essas falhas é reconhecer que elas, de fato, acontecem.

1. Os profissionais são únicos – “não existe motivação em massa”. Uma das maneiras erradas de motivar os profissionais é acreditar que o que motiva um motiva todos. Os líderes que não conhecem cada um dos membros de suas equipes podem cometer esse erro. Na prática, o gestor acredita que determinado elemento vai motivar um profissional, pois foi o mesmo elemento que já motivou outro colaborador. Cada membro da equipe precisa ser conhecido e reconhecido pelo seu gestor, entendendo suas necessidades e interesses.

2. Desafios inatingíveis – a maioria das pessoas sabe que os profissionais, para se sentirem motivados, querem desafios constantes. Ou seja, uma oportunidade de superar uma meta e de mostrar um bom trabalho. O erro acontece quando o líder, pensando que vai motivar, estipula um desafio absurdo, que dificilmente será atingido. O profissional sabe que não vai conseguir e logo fica desmotivado. Os desafios devem sempre ser propostos, mas precisam ser palpáveis, atingíveis.

3. Marcação cerrada – ainda na lógica do item um, o líder pode desmotivar, tentando motivar, se não entender as necessidades e os interesses dos profissionais. Nesse caso, a desmotivação acontece porque o chefe fica em cima demais do funcionário, acreditando que ele quer esse acompanhamento de perto, quando, na realidade, o que ele deseja é mais autonomia e liberdade. Novamente, os profissionais são diferentes uns dos outros. Se o chefe entende que acompanhar de perto o trabalho de um profissional o motiva, ele não deve acreditar que isso vai motivar todos os demais. Portanto, é importante identificar as necessidades de cada um.

4. Regras do jogo claras – o líder também pode desmotivar alguns membros da equipe quando está tentando motivar outros. Promover um funcionário, por exemplo, sem dúvida fará com que esse profissional se motive. Porém, se essa promoção não for clara, ou seja, se os demais não entenderem os motivos dela, será um grande fator desmotivacional para os demais membros da equipe. O segredo está em deixar as regras do jogo claras quanto às condições necessárias para que ocorra uma promoção.

5. Feedback mal dado – alguns líderes acreditam que fazer uma crítica fará com que o profissional queira mudar, melhorar e virar o jogo. Por isso, ao dar um feedback, criticam alguns pontos do trabalho do profissional – pensando que ele vá querer melhorar. O problema, novamente, é que as pessoas são diferentes, ou seja, alguns são automotiváveis, enquanto outros desanimam totalmente. A sugestão é fazer um feedback bem estruturado, ou seja, apontar os pontos que deveriam ser melhorados, observando a maneira de falar e ainda ressaltar os pontos positivos do trabalho do profissional.

6. Falta de feedback – na mesma linha do item anterior, o feedback é uma questão bastante delicada. Se o líder prefere não fazer, pensando que o profissional vai achar que a ausência de feedback significa que não há nada de errado com seu trabalho, isso pode ser um “grande tiro no pé”. Sem uma avaliação do seu trabalho o profissional pode sentir que não é importante, que seu trabalho não faz nenhuma diferença. Os colaboradores também devem sentir-se à vontade para pedir ao seu superior um feedback do seu trabalho, isso alimenta as perspectivas pessoais dentro da empresa.

7. Promoção sem remuneração – promover uma pessoa de cargo é um ótimo fator motivacional, mostra que seu trabalho foi reconhecido e que ele está pronto para novos desafios. Mas, novamente, nem todos os profissionais são iguais, e se o líder pensar que uma promoção sem aumento de salário é sinônimo de motivação para qualquer profissional, ele pode estar muito enganado. Mesmo que o funcionário se motive num primeiro momento, com o tempo ele vai entender que só tem mais trabalho, pelo mesmo salário.

8. Promessas que nunca se realizam – prometer coisas que nunca se realizam desmotiva demais um colaborador, que ainda pode influenciar os demais disseminando a sua imagem sobre o seu gestor ou mesmo sobre a empresa. Mencionar uma promoção que nunca chega, até coisas menores, como uma visita ao cliente, a participação em um projeto, novos desafios e remuneração maior. Claro que inicialmente o profissional vai se motivar, mas, quando ele entender que nada acontece, a situação pode ficar muito ruim.

9. Delegar sem dar suporte – se o líder delega funções extras a um membro da equipe, é preciso que ele também dê o suporte necessário. Muitas vezes os profissionais podem sentir que não estão preparados para assumir determinadas tarefas e, se não puderem contar com o suporte do líder, o que deveria ser um fator motivacional, acaba desmotivando diante do fantasma do fracasso por não ter o apoio do líder.

10. Delegar sem dar autonomia – o líder também deve saber que autonomia é importante para alguns profissionais. Logo, se ele delegar algumas funções, mas continuar centralizador demais, isso pode ofuscar a motivação inicial de ter assumido novas responsabilidades.

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Como configurar o Outlook.com no e-mail do Android

O Outlook.com chegou para substituir o serviço grátis de e-mails do Hotmail. Se você é usuário de smartphone ou tablet Android, veja a seguir o passo a passo de como configurar seuemail@outlook.com nesses dispositivos

1- Abra o aplicativo ”Email” no seu Android

2 – Digite seu endereço de e-mail do ”Outlook.com” e sua senha. Clique em ”Avançar”

3 – Escolha a opção ”Exchange”

No ”Domínio” e ”Nome de usuário”, digite seu endereço de e-mail no ”Outlook.com”. Digite também sua senha. No campo ”Servidor”, escreva snt-m.hotmail.com. Deixe a opção ”Usar conexão segura (SSL)” selecionada. Clique em ”Avançar”

Aguarde o aplicativo configurar a sua conta

Selecione as opções que desejar nas ”Configurações de conta”

Digite o nome de usuário que vai aparecer nas mensagens que você enviar

Pronto! Sua conta de e-mail do ”Outlook.com” está configurada no Android

Até a próxima.

CELEBRIDADE NO INSTAGRAM DO DIA: GUGU LIBERATO E O ESPELHO

Gente, qual é o problema das celebridades com fotos do Instagram? Nem abriu perfil já tá lá tirando a roupa e fazendo foto no espelho! Depois da Sonia Abrão postar foto de maiô e virar meme (sdd, #soniaabraoing), hoje foi a vez de Gugu Liberato explorar seu lado ~mais descontraído~ postando uma foto de shortinho na frente do espelho.

Onde que “mais descontraído” significa semi-nu? Poderia ser uma foto brincando com os filhos, uma foto patinando, uma foto dirigindo táxi, sei lá… mas fomos obrigados a ver o umbigo e a barriguinha pelada do apresentador.

(PS – Achei essa outra foto dele segurando o mamilinho bem mais bizarra).

A foto, postada hoje, já tem mais de mil likes e deu origem a hashtag #GuguLiberatoing. Se você tá sentindo muita necessidade de mostrar seu umbigo recém-bronzeado para a internet, se joga nesse novo meme que ainda não se concretizou: no Instagram só encontramos 3 fotos com a tag.

Post by Jornal do Empreendedor

Marca utiliza imagens de um assalto a uma de suas lojas para divulgar liquidação

Após ter uma de suas lojas assaltada no começo de dezembro, a marca de roupas masculina Reserva usou o que poderia ser apenas um problema em uma estratégia de marketing. Na ação, a grife utilizou as imagens do roubo para promover uma liquidação.

O assalto foi na unidade dos Jardins, bairro de São Paulo. Na propaganda, os ladrões aparecem quebrando as vitrines, levando calças e blusas. Em outro vídeo, o criador da marca, Rony Meisler, explica que resolveu extrair algo de positivo do assalto, ao invés de reclamar.

“Resolvemos nos inspirar neles (os ladrões) e fazer do vídeo de lançamento de nossa liquidação um exemplo de que melhor do que chupar o limão é fazer uma limonada com ele", descreve Meisler do vídeo publicado.

Assista abaixo a propaganda da Reserva:

Parabéns ao pessoal de Marketing da Reserva.

Marketing de rede já pode fazer o primeiro milionário em 2013.

Há uma nova febre no setor de vendas no Acre. Trata-se de um novo ciclo do marketing multinível (mais conhecido como marketing de rede). As marcas que são a sensação do momento são Telex free e Up!. Nas reuniões para explicar o funcionamento do trabalho centenas de pessoas são mobilizadas.

Centenas de acreanos aderem às vendas e serviços em rede e ajudam a mudar o perfil do trabalho no Acre
Elas lotam salões e auditórios em busca de aprender a acumular dinheiro de uma maneira incomum para os padrões locais. Na semana que passou, a Telex free fez duas reuniões. Uma no salão do Afa Jardim e outra no auditório da Escola Armando Nogueira. Nos dois encontros, o público lotou os espaços.

A Telex free é uma empresa norte-americana que atua há 10 anos no mercado de telefonia e publicidade. O primeiro produto com apelo comercial da empresa foi uma espécie de cartão de crédito para fazer ligações telefônicas com 80% do valor convencional. O aperfeiçoamento da presença na web utilizando o sistema voip foi mais uma inovação.

O pacote de serviços para quem tem a linha telefônica é um produto secundário. Mas, um novo software da empresa permite ao usuário falar ao telefone por um preço muito mais barato com uma taxa fixa. Esses produtos de telefonia servem de motivo para outros tipos de investimento.

O oficial de Justiça, Shawke Lira Sandra, de 36 anos, foi o primeiro no Acre a descobrir isso na prática. Ele é funcionário público, mas cansou de viver da economia do contra-cheque. “Eu posso ser cliente e também divulgador da empresa na web”, ensina Shawke. Há quatro meses, ele investiu R$ 6 mil na ideia. Nesse período, ele já cobriu o investimento e embolsou R$ 87 mil de retorno: o que resulta em uma média de R$ 21 mil por mês.

Em um contrato de um ano, o usuário consegue ter o retorno do investimento, em média, em quatro meses. “Um dos fatores que me chamou atenção foi que a empresa deposita diretamente na minha conta. Há outras empresas de marketing de rede que precisa-se de consumir um determinado produto para poder ter rendimento. Na Telex free não é assim”, diferencia Shawke. “Eu não preciso comprar nada de ninguém e nem vender. O que eu preciso é apenas divulgar a empresa na internet. Agora, é claro que se eu aumentar a minha rede de associa-dos eu ganho mais dinheiro”.

Uma postagem diária na internet é a tarefa diária que o associado da Telex free. “Existe desconfiança em relação ao trabalho porque outras empresas de marketing multi nível já vieram para cá e não deram certo e também porque a internet ainda não é explorada comercialmente com todo seu poten-cial. É isso que estamos ajudando a fazer: ganhar dinheiro na rede de computadores”.

“Meu primeiro milhão”
O plano inicial básico é de R$ 606,97 (US$ 299). Isso dá direito a ser um franqueado e já permite que outras pessoas façam parte da rede como franqueado. “Todos os dias fazendo as postagens na web, eu tenho o meu investimento de volta”, assegura o oficial de Justiça. “Os outros oito meses são de puro lucro”.

Shawke pediu licença do Tribunal de Justiça para se dedicar exclusivamente ao trabalho na Telex free. “Daqui a um ano eu quero está ganhando o meu primeiro milhão”.

Veja a reportagem no link: http://www.agazetadoacre.com/acre-economia/34881-marketing-de-rede-ja-pode-fazer-o-primeiro-milionario-em-2013.html

Os 7 erros mais comuns ao usar o e-mail no trabalho

Deslizes de ortografia, expressões informais e excesso de abreviações são alguns deles, de acordo com especialista

Por: Camila Pati

A linguagem da internet costuma ser abreviada, informal e até simplória. No e-mail de trabalho, no entanto, isso muda de figura. Depois que você aperta a tecla enviar, não há nada mais a ser feito. Se o e-mail corporativo tiver algum deslize – ortográfico, de tratamento, ou mesmo destinatário incorreto – só lhe resta enviar outro, com um pedido de desculpas.

Sandra Oliveira, representante da Dale Carnegie em São Paulo, recomenda que as pessoas tenham em mente que o e-mail corporativo também carrega sua imagem profissional. “O e-mail tem a sua cara”, diz ela. Portanto, acredite, erros mais graves podem colocar em xeque a sua reputação dentro da empresa e prejudicar a sua carreira. Confira quais são as gafes mais comuns cometidas em e-mails de trabalho e saiba como evitá-las.

1 Erros de ortografia

Na pressa, é comum que a pessoa fique mais desatenta e assassine a ortografia. “Muitas pessoas não têm o cuidado de reler o e-mail antes de enviar, por isso recebemos tantas mensagens com erro”, diz Sandra. A dica é investir um tempo na mensagem para não perder a credibilidade. Letras trocadas e erros de digitação e de português vão chamar a atenção de quem recebe e podem ser interpretados como desleixo ou até ignorância.

2 Informalidade x formalidade

Você começa a mensagem com um simples “oi”, ou seja, um tratamento informal, mas ao final, antes de assinar, coloca o tradicional e formal “atenciosamente”. Essa mistura de tratamentos, diz Sandra, não é indicada no ambiente profissional. Decida se a mensagem é formal ou informal e não misture tratamentos. “Se começar a mensagem de maneira mais informal, deve terminá-la informalmente também. O mesmo vale para a mensagem formal”, diz Sandra.

De acordo com ela, clientes e gestores devem ser tratados formalmente, sempre. “As pessoas acabam levando a informalidade da fala para o e-mail e isso é errado”, diz a especialista. Terminar a mensagem com “abraços” só vale para colegas mais próximos, na opinião dela. Beijos também devem ser evitados. “Só entre namorados e amigos”, diz.

3 Expressões temporais

Evite marcar a mensagem com expressões como “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”. Você não tem certeza do momento do dia ou da noite em que o e-mail será lido. ““Nesse caso o ‘bom dia’ é só para quem enviou a mensagem, não para quem recebeu”, diz.

4 Abreviações

Esqueça as abreviações quando estiver redigindo e-mail no trabalho. Nada de “vc” no lugar de “você”, nem “tb” para também. O risco de usar palavras abreviadas é o excesso de informalidade. “É comum as pessoas levarem os vícios dos bate papos virtuais instantâneos e redes sociais para o email de trabalho”, diz Sandra.

Confira a mensagem antes de enviar para ter certeza de não deixar escapar nenhuma abreviação e evitar o excesso de informalidade no e-mail de trabalho.

5 Uso de maiúsculas

Este não chega a ser propriamente um erro, mas pode trazer um certo desconforto. Colocar uma palavra com todas as letras maiúsculas para dar ênfase a ela pode ofender o destinatário. “Quando se faz isso, a pessoa que lê entende como um grito”, explica Sandra.

Por isso, pense bem antes de deixar um texto ou uma palavra com todas as letras maiúsculas. Se a intenção não é “dar uma bronca”, opte por outro marcador para dar mais visibilidade ao trecho ou à palavra.

6 Mensagens desnecessárias

Muitas vezes, o problema não é que a mensagem contenha erros, mas que ela simplesmente não deveria existir. Na opinião de Sandra, a comunicação exagerada por e-mail resulta em problemas com a administração de tempo. “Há pesquisas que indicam que das 8 horas que uma pessoa passa em média no escritório, 5 são dedicadas a escrever e redigir e-mails”, diz ela.

De acordo com a especialista, há uma banalização do uso da ferramenta. “As pessoas até se cumprimentam por e-mail, mandam mensagens para tudo”, diz. Se você deixar para enviar mensagens quando realmente for necessário, vai ganhar tempo para produzir mais, indica Sandra. “Economizaria muito tempo dos profissionais”, diz.

7 Uso pessoal

Usar o e-mail do trabalho para assuntos pessoais é um mau uso da ferramenta, na opinião de Sandra. Embora o Tribunal Superior do Trabalho tenha limitado o poder de fiscalização das empresas a computadores e e-mails corporativos recentemente, mandar mensagens particulares do endereço corporativo não é indicado.

A dica é separar as coisas. “Use o e-mail do trabalho apenas para mensagens profissionais”, diz Sandra. Lembre-se de que dar uso particular para o e-mail do trabalho pode colocar até o seu emprego em risco.