Um ano de livramento.

Hoje 27 de dezembro de 2012 tenho muito a agradecer a Deus.

Há exatamente um ano atrás no dia 27 de dezembro de 2011 eu a minha família passamos por uma situação muito difícil.

Situação especialmente complicada pra mim enquanto pai de família.

Estava um dia agradável, decidi ir com minha esposa e minha filha passear e ir pegar um cineminha, quando entramos na rodovia dos Bandeirantes tudo corria bem até sermos surpreendido por um caminhoneiro irresponsável que sem nenhum motivo aparente saiu de sua faixa e invadiu a faixa que estávamos e nos fechou. Me fazendo rodar na pista, me lembro claramente que enquanto o carro rodava eu olhava pelo retrovisor e via impotente, minha filha indefesa de apenas 1 ano de idade presa e frágil na cadeirinha em que estava amarrada, depois de girarmos algumas vezes me vejo nos aproximando rapidamente de um enorme muro, onde finalmente batemos de frente, o barulho estrondoso do air bag explodindo no rosto de minha esposa, o impacto de seu tórax no cinto de segurança, minha filha rompendo em um berro desesperado de susto e medo, sei que essa cena aconteceu em segundos mais foi como se tivessem sido horas pela riqueza de detalhes que consigo me lembrar, detalhes esses que ainda me dão calafrios quando passo pelo local do acidente. Depois dessa cena repentina déssemos do carro e podemos constatar que mais uma vez o meu Deus aguardou a mim a e minha família debaixo de suas mãos poderosas. Ficou somente o prejuízo material que é o que menos importa, minha verdadeira riqueza que é minha família eu tinha entregue nas mão de Deus e Ele cuidou muito bem e por esse e vários outro motivos que sou grato.

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CANDIDATÍSSIMA, MARINA LANÇA PARTIDO EM JANEIRO

Mastrangelo Reino: SAO PAULO,SP, BRASIL,27-04-2011-Marina Silva no lanÁamento do livro

Terceira colocada na disputa presidencial de 2010 pelo PV, ela criará nova sigla; Datafolha a aponta com intenção de votos que oscila entre 13% e 18%, mas a queda no desmatamento limita seu potencial; emissões de dióxido de carbono caíram 16% na Amazônia neste ano

A ex-senadora Marina Silva, que concorreu à presidência da República em 2010 pelo Partido Verde e ficou em terceiro lugar, com 19,3% dos votos, prepara sua segunda tentativa de chegar ao poder. Não mais pelo PV, mas por uma nova sigla, que será lançada por ela em janeiro. Na empreitada, Marina conta com o apoio de Guilherme Leal, um dos donos da Natura, que foi seu vice em 2010 e deve repetir a dose em 2014.

Em 2010, ela chegou em terceiro lugar, atrás de Dilma Rousseff e José Serra. Nas simulações para 2014, feitas pelo Datafolha, ela aparece em segundo lugar, atrás apenas de Dilma ou Lula, e à frente de candidatos como Aécio Neves, Eduardo Campos ou mesmo hipóteses como Joaquim Barbosa.

Para criar um novo partido, Marina precisa obter uma lista de apoiadores com 500 mil eleitores em todo o País. E o prazo limite para registro da sigla é outubro de 2013. Suas pretensões presidenciais, no entanto, esbarram na política ambiental do governo Dilma. O desmatamento caiu drasticamente nos últimos anos e as emissões de dióxido de carbono resultantes do desmatamento da Amazônia caíram 16% em 2012 com relação a 2011, informou o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta sexta-feira (21). O período medido vai de agosto de 2011 a julho de 2012, mesmo intervalo avaliado no ano passado. O desmatamento da Amazônia neste ano resultou na emissão de 352 milhões de toneladas de CO2, menos que os 420 milhões liberados na atmosfera no ano passado, de acordo com o Inpe.

Que tipo de empreendedor é você?

Assim como nenhum negócio é exatamente igual a outro, não existem dois empreendedores iguais. Mas é possível classificar os donos de empresas em algumas categorias distintas, de acordo com o seu estilo de gestão. Foi o que fez o site All Business, que listou seis tipos diferentes de gestores: o conservador, o nazista, o afável, o homem de família, o colaborador e o conectado. Leia as descrições a seguir e descubra qual deles se encaixa mais com seu jeito de tocar o negócio.

1. O conservador Você usa o mesmo celular há anos, e nunca colocou as mãos em um tablet. Já ouviu falar em empreendedores que usam programas de gestão, mas acha que eles são um desperdício de tempo e dinheiro, já que as velhas planilhas Excel resolvem muito bem o problema. Sua maior preocupação é economizar: nada de publicidade, poucos funcionários, nenhuma consultoria externa. Expandir? Nem pensar: tudo que você quer é levar seu pequeno negócio em paz. Talvez esteja na hora de chacoalhar o seu velho mundinho e injetar algumas ideias novas no negócio.

2. O nazista Você é bom no que faz – o melhor, na verdade. Espera perfeição de você mesmo e também dos seus funcionários e fornecedores. Qualquer erro é capaz de te tirar do sério: afinal, você é um artista, e nenhuma pincelada pode estar fora do lugar. Você acha que seu talento é desperdiçado com seus clientes, já que a maioria deles são idiotas. Eles não sabem o que querem, não conseguem se decidir e só reclamam. Que tal parar de olhar para o próprio umbigo e ouvir o que eles estão dizendo?

3. O afável Você identificou um nicho de mercado e seu objetivo é atendê-lo, com base na sua paixão e experiência. Você criou um ambiente agradável para você e seus funcionários e clientes, que se sentem acolhidos. Todos querem trabalhar com você, porque você é tão gentil e afável. Claro que o negócio poderia se expandir, ou adotar o sistema, mas pra que fazer isso? Você perderia sua segurança, certo? Errado. Está na hora de assumir alguns riscos e realizar todo o potencial da sua empresa.

4. O homem de família Sua avó cuida do refeitório, sua esposa organiza os eventos, suas sobrinhas e sobrinhos trabalham com marketing/servem as mesas/atendem o telefone. Quando alguém se casa, vira funcionário. Você nunca contratou ninguém de fora. Para que serve a família, senão para construir, unir, o sucesso do negócio? E se existem dezenas de erros sendo encobertos, bom, ninguém tem nada a ver com isso. É um assunto de família. A não ser, é claro, que esses erros comprometam as finanças da empresa – e aí pode ser tarde demais.

5. O colaborador Você trabalha bem com outras pessoas e adora ser parte de um time criativo. Lida bem com opiniões divergentes e adora uma boa discussão. Seu maior talento está em encontrar pessoas que se encaixam no negócio, para depois dividir com eles as responsabilidades e as recompensas. O problema é que, quando as coisas dão errado, seu primeiro impulso é culpar o time. Talvez esteja na hora de aprender que algumas coisas não devem ser divididas.

6. O conectado Você entende de networking como ninguém. Conhece todos os jogadores na sua área e não se importa de ajudar os colegas. Participa de eventos de caridade, fóruns de discussão, associações etc. Sabe o nome de seus maiores clientes e interage com eles nas redes sociais. Você está em todo lugar, de tal maneira que se tornou indispensável para a sua comunidade. Até aí, tudo certo. Só precisa aprender a ter alguns momentos de isolamento, para esvaziar a mente e deixar as novas ideias chegarem.

Por André Bartholomeu Fernandes no Jornal do Empreendedor.

Nova lâmpada é movida a gravidade

GravityLight , a nova lâmpada movida a gravidade

Com um baixo custo de produção e pouco consumo de eletricidade, GravityLight é alimentada por uma energia renovável que pode ser encontrada a qualquer hora

Os designers londrinos Martin Riddiford e Jim Reeves criaram uma lâmpada alimentada por uma energia renovável que pode ser encontrada a qualquer hora do dia: a gravidade.

Com um baixo custo de produção e pouco consumo de eletricidade, a GravityLight deve ajudar regiões do mundo onde a população não tem acesso à energia elétrica. Os criadores imaginam que a GravityLight terá um impacto muito grande, pois ela consegue manter as pessoas seguras e ainda reduzir as emissões do combustível poluente.

A GravityLight também é mais fácil de usar, mais barata do que as lâmpadas convencionas, e potencialmente mais duradoura. A lâmpada funciona como um relógio de corda. O usuário precisa puxar um cabo durante três segundos para a luz funcionar durante 30 minutos.

Para isso, ela é equipada com uma lâmpada LED, uma corda e um saco, que precisa ser preenchido até ficar pesado e pendurado na lâmpada. Isso pode ser feito com um saco de terra, areia, pedras ou qualquer outro material que dê uma sobrecarga para a lâmpada e consiga gerar energia.

Mas vale ressaltar que o objetivo não é substituir completamente as redes de energia elétrica. A dupla deseja apenas melhorar a situação das pessoas que não tem acesso à rede elétrica. A ideia também não deverá pesar no bolso das pessoas. Quando forem produzidas e vendidas em larga escala, as luzes abastecidas com gravidade deverão custar apenas cinco dólares.

Riddiford e Reeves colocaram o projeto em o site de crowdfunding IndieGoGo para captar recursos a fim de produzir a GravityLight em larga escala. Ainda resta um mês para o grupo encerrar o financiamento, mas eles já bateram a meta de arrecadação. Eles precisavam de 55 mil dólares, mas já conseguiram mais de 170 mil dólares.

Marca pessoal nada mais é do que marketing

Mas afinal o que é isto de Branding Pessoal? O nosso melhor ativo somos nós próprios, e é a isto que se pode chamar de Branding Pessoal, ou seja somos a nossa “Marca” e a forma como as outras pessoas nos consideram para efeitos de mercado e oportunidades de trabalho.

Construir uma marca pessoal significa comunicar valores, com a definição de objetivos e com os elementos de imagem bem vincados. A nossa marca (branding) é aquilo que as outras pessoas irão recordar de nós. Costuma-se dizer que não há uma segunda oportunidade para uma primeira impressão. No entanto, há sempre espaço para melhorar e mostrar o que valemos.

A sua marca pessoal é uma percepção ou emoção, que alguém desenvolve em relação à experiência de se relacionar consigo. Uma marca forte, independentemente do seu âmbito profissional ou pessoal, deve ser clara naquilo que pretende comunicar.

1. Marca Distinta

A sua marca representa ou defende algo único e específico. A sua marca pessoal revela a sua opinião, ponto de vista e perspectivas em relação a algo que tem interferência na sua vida e na vida dos seus interlocutores, sejam eles amigos, vizinhos, colegas de trabalho, superiores hierárquicos, etc.

2. Marca Relevante

Ao representar algo, uma ideia, uma opinião, a sua marca deve relacionar‐se com o que é de facto importante para os seus interlocutores. Deve, acima de tudo, sublinhar os aspectos mais importantes na comunicação da mensagem e deve trazer informação relevante e pertinente para os seus interlocutores.

3. Marca Consistente

As pessoas depositam confiança em si, na relação consigo e, consequentemente, na sua marca, se os seus comportamentos forem consistentes ao longo do tempo. Para manter consistência, a sua marca deve ser fiel aos seus valores e princípios, e estes devem manter‐se intactos na sua comunicação de marca.

4. Marca Competente

A competência da marca traduz‐se na eficácia com que o seu papel ou missão é realizado. Este nível refere‐se aos actos que desenvolve para satisfazer as expectativas dos seus interlocutores. Acontece, por vezes, que o seu papel ou missão não é único, mas sim uma combinação de vários papéis. Pode ser o vizinho e chefe ao mesmo tempo. A sua competência irá traduzir‐se na forma como desenvolve a sua missão junto das outras pessoas.

5. Padrões da Marca

Os padrões representam a forma como faz as coisas acontecerem. A sua imagem de marca deve ser específica, focando‐se nos padrões de comunicação da marca, pois estes padrões traduzem o nível de qualidade da sua performance, desenvolvida de forma consistente ao longo do tempo.

6. Estilo da Marca

O Estilo é único e pessoal e representa a forma como se relaciona com os outros, como comunica e interage com os seus interlocutores. O estilo traduz‐se na personalização das suas competências dentro do contexto dos seus padrões de performance.

7. Criar e Viver a Marca

Para que a sua marca pessoal possua os alicerces para garantir a eficácia da mensagem que pretende comunicar, experimente responder às seguintes três questões: 1)Qual é o propósito da sua marca pessoal?; 2) O que pretende criar, qual é a sua visão?; 3) Quais são os valores que irão fundamentar a sua marca pessoal?

Autor

André Bartholomeu Fernandes – escreveu posts no Jornal do Empreendedor.

Há anos entre os mais vendidos de Marketing, Kotler se mantém atual?

Professores das principais escolas de negócio brasileiras comentam a relevância da obra e a importância do autor mais renomado do Marketing mundial

Aos 81 anos de idade e considerado uma lenda viva do mundo mercadológico, o professor Phillip Kotler é, há anos, leitura obrigatória para estudantes e profissionais de Marketing. Apesar de ter escrito mais de 50 livros abordando os principais assuntos sobre o tema, especialistas da área divergem sobre a atemporalidade de suas obras. O que é nítido, no entanto, é o sucesso dos seus livros, que há pelo menos cinco anos permanecem nas listas dos mais vendidos das principais livrarias do país.

Desde 2008, os trabalhos de Phillip Kotler surgem no Top 10 dos livros mais vendidos em Marketing, elaborado anualmente pelo Mundo do Marketing. Neste ano, o professor figura no ranking com quatro de suas obras: Marketing 3.0 – As Forças que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado no Ser Humano, em primeira posição; seguida por Administração de Marketing, em segunda; Princípios de Marketing, em sétima e Marketing de A a Z – 80 Conceitos que Todo Profissional Precisa Saber, na nona colocação.

O principal questionamento é: será que depois de tantos anos Kotler continua atualizado em seus princípios? As obras trazem uma abordagem ampla e organizada sobre os conceitos de Marketing e dão a possibilidade para o aprofundamento em outras referências bibliográficas indicadas por ele próprio ao final de cada capítulo.

Leitura obrigatória
Nas principais instituições de ensino de Marketing, Kotler continua sendo a principal referência bibliográfica oferecida aos estudantes. “Vi a morte de Kotler ser decretada várias vezes e a verdade é que a capacidade que ele tem de se manter relevante é invejável. Isso se dá por que seus livros se propõem a atuar como se fossem uma enciclopédia em Marketing, ou seja, eles não oferecem uma visão aprofundada dos assuntos, mas sim uma passagem em ampla gama deles”, explica o professor Eduardo Halpern, Coordenador do Ibmec.

A leitura ainda é vista como obrigatória para quem deseja aprender Marketing por ser uma forma de despertar o primeiro interesse pelos conceitos, permitindo conhecer um pouco sobre cada uma das possibilidades de atuação que a disciplina oferece. “Kotler continua sim sendo quase que uma leitura obrigatória para quem quer atuar em Marketing. É difícil encontrar algum profissional da área que nunca tenha tido contato com o que ele escreve, seja um livro ou um texto. Há outros autores, mas todos são muito parecidos e, em algum momento, acabam citando Kotler. Não há como fugir disso”, completa Eduardo Halpern.

Outra particularidade de Kotler é que, apesar de se manter sempre atualizado em seus conceitos, ele procura fugir dos modismos do Marketing, se atentando ao clássico. Primeiro colocado na lista dos livros mais vendidos desde o ano passado, Marketing 3.0 – As Forças que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado no Ser Humano é uma das provas da capacidade de atualização do autor, que aborda o consumidor como seres complexos e multifacetados.

Organização de conceitos
Além de ter sido o primeiro autor a ter o mérito de organizar os conceitos do Marketing, Phillip Kotler foi também o primeiro a estender o Marketing às atividades humanas, mostrando que ele poderia ser aplicado não apenas para vender produtos, mas, também, para serviços, varejo, lugares e pessoas. “Kotler não está ultrapassado. Ele tem uma vida dedicada ao Marketing e quem quiser conhecer o assunto deve começar por ele e depois aprofundar em suas áreas de interesse. É importante lembrar que o fato de um profissional trabalhar há muitos anos em uma área não significa, de forma alguma, que ele esteja desatualizado. É como música. Quem quer aprender deve passar por Beethoven, por exemplo”, comenta o professor Marcelo Pontes, Chefe do Departamento de Marketing da ESPM.

Há profissionais, no entanto, que creem que o próprio dinamismo do Marketing acabe fazendo com que Kotler fique desatualizado em alguns momentos e, por isso, a busca de outras fontes de informação é fundamental. “Kotler é sim uma leitura obrigatória. É fundamental ler seus livros por causa dos conceitos, mas apenas ele não se basta mais. Há muita coisa que está defasada. O mercado é extremamente dinâmico e a literatura impressa acaba se tornando obsoleta”, pondera Marcos Henrique Facó, Superintendente de Marketing da Fundação Getúlio Vargas – FGV.

Além da mudança contínua de mercado e do surgimento rápido de novos conceitos, entram no mérito da discussão ainda o interesse da atual geração pelas plataformas digitais e mobile. Apesar de atuarem intensamente nessa área, grande parte dos profissionais acabam não possuindo o embasamento teórico, seja por falta de bibliografias disponíveis, seja por falta do hábito de leitura.

Essa mudança na tônica de atuação de alguns profissionais de Marketing acaba fazendo com que eles não compreendam a fundo o comportamento do consumidor e não colham os resultados esperados nas suas ações. “O conselho que dou hoje é que, muito mais que ficar apenas preso à leitura de Kotler, o profissional de Marketing seja um angustiado. Um eterno buscador. É preciso ir atrás das informações em outras fontes. É fundamental conhecer o consumidor. Mesmo que Kotler esteja defasado, começar por ele é importante por que ali estão os fundamentos. A geração atual está preocupada com o digital, mas não tem esse embasamento. Usa, mas não sabe os por quês. Isso faz com que os resultados não sejam alcançados ou que, talvez, eles nem saibam quais resultados esperar”, afirma Marcos Facó.

Por Leticia Muniz, do Mundo do Marketing

6 dicas de como criticar funcionários

Mesmo sendo um executivo experiente, é provável que algumas vezes você ache difícil falar para as pessoas onde elas precisam melhorar. Parabenizar a boa performance é fácil, afinal, todos gostam de receber um elogio. Mas o que você faz quando uma crítica parece mais apropriada do que o tapinha nas costas?

As vezes uma cornetagem pode ser melhor do que um tapinha nas costas.

1. Trate a crítica como uma forma de dar feedback
O termo “crítica”, apesar de correto, aparenta ser muito negativo. Alternativamente, “feedback” implica na participação dos dois lados, uma via de mão dupla onde ambos aprendem e crescem. O feedback é a oportunidade de crescimento mútuo, onde você aprende tanto dando, quanto recebendo. A partir do momento que você passar a dar feedbacks em vez de críticas, tanto você quantos seus funcionários se sentirão mais relaxados e receptivos.

2. Critique constante e continuamente
Muitos chefes postergam o momento da crítica para a revisão anual de performance do funcionário. Isso acaba por ser ineficiente, já que o empregado vai estar tão preocupado com assuntos financeiros, que não vai conseguir se concentrar no que realmente importa: o crescimento pessoal e profissional. Fazer críticas exige prestar atenção no comportamento do funcionário, entender o que ele está passando, quais as experiências que ele está tendo e ajuda-lo a entrar em um modo de aprendizado.

3. Distribua as críticas em pequenas doses
Se você acumular problemas esperando pelo momento certo de trazê-los a tona, existe uma probabilidade muito grande que seu colaborador vá simplesmente ficar sobrecarregado. A crítica é melhor dada quando em tempo real, ou imediatamente depois do fato. Não espere os problemas crescerem. O melhor momento para dar a crítica é quando alguém está tendo progresso em algum ponto, mas ainda tem espaço para melhora. Regra de ouro: Equilibre toda crítica com sete elogios honestos.

4. Comece fazendo perguntas
Seu objetivo não é (ou não deveria ser) persuadir seus colaboradores a fazer as coisas que você quer que eles façam. Tente achar as raízes de problemas específicos. Faça perguntas como: “Porque você tentou resolver aquele problema desse jeito?”, “Como você acha que nós conseguiríamos resultados melhores?” e “O que você acha que poderíamos melhorar?” Esse tipo de pergunta leva os funcionários a descobrir suas próprias soluções.

5. Ouça, reconheça e aprenda
Você pode achar que você entendeu o que está acontecendo, ou porque algo aconteceu, mas é bem possível que você esteja errado. Quando você ouve seus funcionários e admite que eles tem mais a dizer do que você pensava, você aprende sobre o mundo, por uma perspectiva diferente. Isso te da mais entendimento das motivações e desejos dos funcionários, o que ajuda a entender como ajudá-los a mudar seu comportamento.

6. Foque no comportamento e não na pessoa
Nunca diga algo como “Você não é confiável! Você se atrasou três vezes essa semana!” Tente usar uma abordagem que foque no comportamento que está incomodando. Como: “Você geralmente é pontual, mas essa semana você se atrasou três vezes. O que está acontecendo?” Similarmente, quando você quer mudar um comportamento, não foque na personalidade, mas sim no aspecto específico.

Criticar e passar feedbacks de forma inteligente é o que separa muitos profissionais de sucesso dos que ficaram para trás. Saber comunicar suas críticas de forma que alinhe as suas expectativas com as dos funcionários é fundamental.

Li isto no www.empreendemia.com.brque por sua vez o fez no blog Inc.