Pierre Cardin está no Brasil

Estilista revolucionário festeja 60 anos de carreira com exposição

O costureiro Pierre Cardin, 88 anos, está no Brasil, desde domingo, dia 24, para a abertura da exposição “Pierre Cardin – Criando Moda Revolucionando Costumes”, evento que comemora 60 anos de sua carreira. Na segunda-feira, dia 25, o estilista italiano e naturalizado francês concedeu entrevista a Jô Soares, na Rede Globo (assista ).

Na ocasião, contou que começou sua carreira aos 20 anos, trabalhando com Christian Dior. Ele revelou também que na adolescência sonhava em ser ator e bailarino, e também falou sobre seus trabalhos no teatro, no cinema, em restaurantes e como decorador de hotéis.

Agenda no Brasil

Nesta terça, dia 26, pela manhã, o estilista, cujo nome original é Pietro Cardini, recebeu jornalistas para uma coletiva de imprensa.

À noite, vai cuidar pessoalmente dos detalhes (styling, cabelo e maquiagem) de um desfile de 70 looks criados por ele entre 1952 e 2010.

Na quinta, 28, participa do coquetel de abertura da mostra e, na sexta, 29, promove uma palestra, para convidados, no local onde será a exposição.

Sobre a moda brasileira, ele declara: "Agora, a mulher brasileira é internacional. Não existe mais a moda nacional. No passado, haviam dificuldades, viagens muitos longas", opina, confirmando o encurtamento entre as tendências do hemisfério norte e do Brasil, tema que UseFashion abordou na reportagem "Novo calendário para a moda brasileira", no Journal de março de 2011.

Trajetória

Natural de Veneza, Norte da Itália, mudou-se para a França com seus pais, aos 2 anos. Depois de trabalhar para Dior, poderia ter aceito o convite de Coco Chanel, mas preferiu investir na própria grife. Com atitutes ousadas, foi o pioneiro em diversos segmentos da moda, como, por exemplo, em apresentar um desfile com modelos masculinos.

"Não tinhamos o hábito de ver coleções para homens. A Inglaterra era a líder em moda masculina, assim como a Itália, pela qualidade dos tecidos e dos materiais. Apesar de ser italiano, quis provar que a França também podia criar moda masculina. Telefonei para as universidades de Paris e pedi que me mandassem estudantes. Lancei no mercado mundial esses estudantes que vieram apresentar minha coleção," conta.

Pierre Cardin foi também um dos primeiros a introduzir o conceito de moda unissex e apostar no mercado prêt-à-porter, o que, na época, foi um escândalo, afinal como alguém da alta-costura poderia fazer prêt-à-porter? "Resolvi vestir as multidões, o público das lojas de departamento", revela. Após lançar sua 1ª coleção ready-to-wear para a loja de departamentos Printemps, foi expulso da Chambre Syndicale de la Haute Couture, mas readmitido pouco tempo depois". Corri o risco de destruir minha carreira", relembra.

Entusiasta da tecnologia têxtil, sempre apostou em materiais diferentes, como látex e vinil. Chegou até a desenvolver seu próprio tecido, batizado de "cardine", feito de fibras sintéticas que permitiam o trabalho de modelagem tridimensional. Ele ainda confessa adorar a cor verde e ser vegetariano.

Serviço

A exposição "Pierre Cardin – Criando Moda Revolucionando Costumes" será aberta ao público, de 29 abril a 29 de maio (terça a sábado, das 12 às 21 horas, domingos das 14 às 20 horas), no Shopping Iguatemi de São Paulo (Av. Brig. Faria Lima, 2232, 9º andar, Pinheiros).

Fotos: Ricardo Martins/TV Globo e Reprodução

Virginia Negretto
virginia.negretto

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Reverência

Que palavra!

O que é isso?

Para que serve?

Interessa?

Bem, seja como for, parece que é algo um tanto fora de moda. É interessante, por sinal, que, quando o comportamento de alguma figura pública(artista, geralmente) é descrito como "irreverente", ele soa positivo ou, no mínimo, engraçado.

Para os mais conservadores, então, que prezam a reverência -seja o que isso for – tal comportamento pode ser um sinal de decadência cultural ou moral (“no meu tempo não era assim…” – e é claro que o “meu tempo” era melhor).

Entretanto, não me parece ser bem isso, ou não só isso. Muita irreverência talvez seja reação a comportamentos vazios e hipócritas – ou seja, falsos, que se deseja desmascarar – o que certamente é bom.

Pois bem, mas o que é então a tal da reverência? Vamos tentar definir: seria uma atitude de respeito e submissão a alguém ou alguma instituição, demonstrando que o reverenciado é superior e que dispõe de direitos incontestáveis sobre quem o reverencia. Geralmente ela é expressa por meio de alguma posição física de submissão e silêncio ou de uma linguagem especial cuidadosamente escolhida.

Exemplos de pessoas reverenciadas podem ser os pais, os mais velhos, mestres de todo tipo e autoridades quaisquer (civis, militares, religiosas, etc.), algum possível espírito e, acima de tudo, Deus.

Na forma de instituições, a reverência se estende às que representam essas pessoas, tais como órgãos do governo, a Pátria, a Igreja, etc.).

Podem ocorrer dois problemas com essa atitude:

Pode ser inadequada: podemos reverenciar quem não merece nossa submissão e, com isso, tornar-nos instrumentos de alguma causa maligna ou, no mínimo, inútil, desperdiçando nossa vida com tolices ou coisa pior.

Pode ser falsa, resumindo-se a mera expressão externa, sem convicção. Nesse caso trata-se de mentira e, muitas vezes, de mentira para si mesmo. A pessoa acha que, por assumir certas expressões, obtém méritos diante do reverenciado. Se, por exemplo, eu for regularmente à igreja e participar meticulosamente de todos os rituais prescritos, Deus ficaria satisfeito comigo e me premiaria. Quem pensa assim, poderá levar um bom susto quando registrar uma resposta de Deus como por exemplo esta transmitida pelo profeta Amós:

“Eu odeio e desprezo as suas festas religiosas; não suporto as suas assembléias solenes… Não darei a menor atenção a elas. Afastem de mim o som das suas canções…”¹

O que terá acontecido para Deus rejeitar de forma tão dura todas as manifestações de adoração daquele povo? A resposta vem logo a seguir:

“Em vez disso, corra a retidão como um rio, a justiça como um ribeiro perene!”²

Ou seja, era tudo falso. Na prática, seu comportamento era egoísta, ganancioso e de todo modo incompatível com aquele atributo de Deus deque deriva tudo de bom e nobre que nos diz respeito:

“Deus é amor. Todo aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele.”³

Sem uma relação amorosa com Deus, que ele nos oferece por iniciativa dele e para a qual ele enviou seu Filho Jesus em sacrifício, qualquer reverência, ainda que sincera, errará o alvo – e “errar o alvo” é a idéia por trás do termo que na Bíblia se costuma traduzir por “pecado”.

A irreverência destinada a desmascarar hipocrisia pode ser útile às vezes até necessária, mas ela só terá algum valor se servir para limpar a área para uma reverência genuína que expresse o nosso amor a Deus – e quando isso ocorrer, a forma exterior de manifestá-la (ou não) será secundária, embora não deixe de ter também o seu valor em determinadas situações.

Desejo-lhe que você possa prestar uma espontânea e genuína reverência a Deus por admiração e aceitação do seu amor que nos quer reconciliar com ele por meio de Jesus Cristo.

Referências da Bíblia: ¹Amós 5.21-23 (parte); ²Amós5.24; ³1 João 4.18

Texto de Rolando Körber em parceria com Miguel Herrera

Socorro….meu produto está igual ao do meu concorrente!!!

Inovação e Estratégias Empresariais – Agnaldo Gerson Castanharo

Design uma força competitiva independente da estratégia de posicionamento

O objetivo deste post não é falar sobre as estratégias de posicionamento defendidas por Michael Porter, que são a liderança por custos, diferenciação ou foco. Mas sim a atividade de gestão do design que, no meu entendimento, é uma das ferramentas que promovem a inovação e independe do porte da empresa. Entender como o design é importante e impacta no sucesso das empresas é fundamental.

Nesta semana, conversei com um grupo de consumidores que comentava a dificuldade em reconhecer a diferença entre diversos produtos, empresas e marcas. Ou seja, os consumidores não sabem de quem comprar determinados produtos porque as características técnicas são muito semelhantes, ou a diferença tecnológica existente entre produtos é muito pequena. Têm ainda os que não conseguem identificar quais são as vantagens de uns e de outros.

Tenho certeza que essa dúvida não é exclusividade dessas pessoas.

O que me fez refletir é que muitas empresas não aplicam, ou aplicam com alguma deficiência, o design como diferenciação, da sua empresa, da sua marca, do seu produto. Algumas empresas simplesmente copiam o que outras fazem, outras fazem a mesma coisa há muito tempo, e poucas conseguem se diferenciar no mercado.

Quando observo que as empresas não modernizam suas logomarcas, suas embalagens, vitrines, gôndolas, não inovam em seus produtos, me parece óbvio que vão perdendo a oportunidade de serem vistas pelos consumidores de forma diferente.

Um cliente, por exemplo, me perguntou se, numa empresa com dois a três funcionários, se aplica a gestão de design. Resolvi, antes de respondê-lo, fazer algumas perguntas e as reproduzo nesse espaço, para que você leitor possa refletir também sobre o assunto.

1. A sua empresa comercializa produtos e/ou serviços?

2. As suas vendas estão estacionadas ou em queda?

3. Você tentou identificar as causas que estão fazendo com que suas vendas estejam estacionadas ou em queda?

4. Você tem uma marca?

5. Qual foi a última vez que revitalizou essa marca?

6. Como ela (a marca) te ajuda na diferenciação no mercado?

7. O seu produto necessita de embalagem?

8. Qual foi a última alteração que fez na embalagem?

9. Você desenvolve, cria produtos e serviços?

10. Você, ao desenvolver ou criar um produto, leva em consideração os aspectos visuais, de funcionalidades e uso do produto?

11. Os seus produtos e serviços são comercializados em mercado específicos ou abrangentes?

12. Como a sua empresa se comunica com o mercado? Utiliza cartão de visitas, folders, filipetas? Como são criados?

Essas e outras perguntas poderão ser feitas, tanto ao produtor rural, ao empreendedor individual, ao comércio, à indústria, como aos empresários de serviços e poderemos facilmente concluir que essas atividades independem do porte da empresa.

Independem do estilo do empreendedor, se ele é meramente um empreendedor de sobrevivência ou um empreendedor de oportunidades. Em ambos os casos, terão que gerir também as questões relacionadas ao design, seja para sobreviver ou para potencializar os seus ganhos com a diferenciação.

A pergunta que se faz é como uma empresa do Empreendedor Individual ou com dois ou três funcionários podem fazer essas coisas? Como podem pagar por isso?

A resposta para essa questão tem duas faces, uma no empreendedor e outra nas instituições de apoio aos empresários.

O empreendedor tem que manter as características que o fazem ter sucesso, ou seja:

Buscar informações e rede de contatos – O empreendedor não é uma ilha. Ele deve buscar informações sobre quem pode ajudá-lo, seja no SEBRAE, na sua federação, no seu sindicato, na sua associação de classe ou comercial, no banco do qual ele é cliente, de outros empresários concorrentes ou não, junto aos amigos quem sabe. Leia reportagens e revistas sobre o tema e sobre a sua atividade.

Planejamento e monitoramento sistemático – Se você planeja a sua ação, você poderá saber o que fazer como fazer, qual a qualidade desejada, quando fazer, quanto custará, quem poderá te ajudar a fazer. Você poderá estabelecer as etapas, cronogramas e indicadores de acompanhamento das atividades planejadas. Saber quais são os riscos envolvidos e pensar em estratégias para diminuí-lo cada vez mais.

Persistir e ser autoconfiante – Pode ser que na busca das informações, surjam algumas dificuldades, e empreendedor não deve desistir, mesmo que isso leve e demande mais tempo do que ele imaginava. Deve readequar seus planos e continuar em frente.

Do lado das instituições de apoio e fomento, observamos a existência de inúmeras iniciativas, como por exemplo, o SEBRAE com o SEBRAETEC que tem parceria com várias instituições tanto de apoio financeiro como instituições prestadoras de serviços sobre design e outros. O BNDES com o cartão de crédito da micro e pequena empresa que facilita o financiamento destas ações.

Parece ser tão simples, mas não é. A rotina do dia, muitas vezes nos tira do foco das coisas importantes e nos transformam em “bombeiros”, apagando “incêndios” a todo instante e acabamos por não observar as causas do “incêndio”.

Do lado do consumidor, faça o primeiro comentário: quem nunca teve dificuldades ou dúvidas em comprar um carro, um telefone celular, um notebook, um tênis, um sapato, contratar um encanador, um pedreiro, eletricista, dentre outros?

Do lado das micro e pequenas empresas, faça o primeiro comentário quem nunca pensou: “socorro… meu produto está igual ao do meu concorrente”!!!

*Agnaldo Gerson Castanharo é gerente da Unidade de Inovação e Competitividade (UIC) do Sebrae/PR

Cresce potencial de consumo na periferia de São Paulo

Estudo do Data Popular apresenta fatores que colaboraram para aumento dos gastos da baixa renda

Por Cláudio Martins, do Mundo do Marketing | 05/04/2011

O consumo na periferia de São Paulo cresceu mais do que na região central, entre 2005 e 2010, segundo estudo do Data Popular. Os fatores que colaboraram para o resultado foram a expansão populacional de 4,1%, a elevação da renda e a maior oferta de crédito. Durante o período, o crescimento acumulado foi de 61,6%, movimentando R$ 144,122 bilhões, enquanto o consumo na região central teve ampliação de 22,9%. As categorias que mais cresceram nos bairros periféricos foram higiene e cuidados pessoais (116,7%), móveis e artigos para casa (86,7%), alimentação fora do lar (54,3%) e eletrodomésticos e eletrônicos (9,7%).

Sons do Brasil

A Embratur realiza uma ação promocional no exterior a fim de divulgar os destinos brasileiros. O vídeo “Sons do Brasil”, produzido pelo cineasta Fernando Meirelles, será exibido em 250 salas de cinema em todo o mundo antes da animação “Rio”. O Instituto Brasileiro de Turismo aproveita a visibilidade gerada pelo filme para mostrar a diversidade do país. A expectativa é que a iniciativa impacte mais de um milhão de pessoas por meio de 7.500 inserções. Os países que assistem ao vídeo são Uruguai, Argentina, Colômbia, Paraguai, Chile, Peru, Estados Unidos, Espanha, Itália, Portugal e Holanda.

Que estratégias dão certo para a classe C?

Como entender o que os consumidores emergentes desejam

Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing | 14/04/2011

Muito se fala sobre o consumidor emergente, mas poucas empresas conseguiram entender os seus valores, desejos e necessidades. A baixa renda não compra mais apenas o que é necessário, mas também mostra interesse em adquirir produtos e serviços aspiracionais. O que antes era um sonho distante passou a ser visto como uma meta ao alcance de todos e, por isso, o esforço para obter o desejado é maior. Esta é a oportunidade para as empresas que souberem direcionar seu foco para este público.

Mas, afinal, o que funciona para a classe C? Na hora de comprar, há características que não mudam. A principal é a preferência por produtos reconhecidos como de qualidade. Cada vez mais, o cliente da baixa renda é fiel a marcas que transmitam segurança, para não correr o risco de investir o orçamento apertado de forma errada. Para os emergentes, no entanto, consumir vai além. É sentir-se incluído, ter a chance de esquecer o passado de pobreza e vislumbrar um futuro promissor.

“Quando compra um computador, o consumidor emergente está dando para o filho a chance de ter uma vida melhor. Para a mulher, o investimento em produtos de beleza aumenta a possibilidade de dar certo no mercado profissional. Os momentos de consumo são momentos de celebração”, explica Renato Meirelles (foto), Sócio-Diretor do instituto de pesquisas Data Popular, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Compras compartilhadas
Conquistar este cliente não é fácil. É necessário entrar no universo da baixa renda, entender seus valores e falar sua língua. Há particularidades da base da pirâmide que as companhias precisam aprender para desenvolver sua estratégia de forma adequada. Uma delas é o hábito de compra compartilhada. Mais do que qualquer outro consumidor, o emergente costuma se juntar a parentes e amigos para conseguir preços mais baixos, seja no supermercado atacadista ou na loja de material escolar.

De acordo com um levantamento do Data Popular, 39% dos entrevistados das classes C e D participaram de alguma compra compartilhada no período de um mês, enquanto na AB o número cai para 10%. O resultado representa uma chance para os sites de compra coletiva que desejam atrair estes consumidores, cada vez mais conectados.

Outra característica presente no comportamento de compra da base da pirâmide é a propensão a contratos informais. Ainda de acordo com a pesquisa, 47% dos consumidores das classes C e D emprestaram o cartão de crédito para amigos ou parentes. Na classe AB, esse número cai para apenas 3%. Já o hábito de comprar fiado é comum para 72% das classes C e D, contra 6% da AB.

“É difícil concorrer. As empresas devem investir em mecanismos de crédito próprio e vantagens competitivas para quem compra com os seus meios de pagamento. Mas a tendência é que o consumidor emergente continue usando os dois meios”, acredita o Sócio-Diretor do Data Popular.

Quebrando preconceitos
Cabe também às companhias ter o papel de educadores. Muitas vezes, o consumidor emergente é alvo do discurso moral da elite. Se compra produto pirata, não tem noção de propriedade intelectual. Mas se investe todo o salário em um produto de marca original, é alienado e fútil. Para acabar com o preconceito, as empresas precisam ensinar o consumidor a usar o crédito a seu favor e fazer a escolha do melhor preço, valorizando o processo de compra.

Para isso, a construção de um relacionamento é essencial. Um dos principais meios para se aproximar são as redes sociais. “É fundamental para as marcas estar presentes nestes canais. Não necessariamente para aumentar as vendas, mas para construir uma imagem positiva ou não deixar que a crise se espalhe”, diz Meirelles. A proximidade com o consumidor emergente, entretanto, só é possível quando as empresas absorvem os símbolos característicos do universo cultural da baixa renda.

Vale desde a utilização de garotos-propaganda que dialoguem com o padrão estético à valorização da música e da cultura presentes nas periferias das grandes cidades. Além de cases clássicos como o da Casas Bahia, Fralda Mágica, da Kimberly-Clark, chocolates Arcor e Positivo Informática são exemplos de marcas que têm feito essa conexão com o popular de forma positiva. O que elas têm em comum? “Quebraram o preconceito na origem”, responde Meirelles.

Blogueiros têm mais influência em compras do que celebridades, d iz estudo

Por Hollie McKay

Publicado em 13 abril de 2011

| FoxNews.com

11 de fevereiro: Kim Kardashian sopra um beijo enquanto caminhava na pista at Heart Truth’s Red Dress a coleção 2010 durante a New York Fashion Week.

Hollywood é ‘mais quente pode ser pago centenas de milhares de dólares para ligar um produto sobre o Twitter ou Facebook , mas, segundo um novo estudo divulgado quarta-feira, as pessoas são mais influenciados pela opinião de um blogueiro (sim, apenas um ser humano normal), quando se trata de aprender mais sobre produtos ou fazer uma compra.

De acordo com o 2011 Social Media BlogHer Estudo matéria, 78% da população adulta do sexo feminino americanos são usuários ativos de mídia social, e desses, quase o dobro (20 por cento) são incentivadas a considerar produtos promovidos por ou com um blogueiro que sabe, que eles estão por promoções com uma celebridade (12 por cento).

"Há uma clara tendência que nós vimos das pessoas confiarem na opinião de uma pessoa normal, nós confiamos em qualquer opinião pessoal mais do que qualquer opinião corporativa quando se trata de obter conselhos e recomendações", Elisa Camahort Page, co-fundador e COO da BlogHer disse FOX411’s Pop Tarts coluna. "A experiência pesa, se um indivíduo comprou um bálsamo labial, sua opinião é mais importante do que uma revista de beleza, diz."

E a marca pessoal e marketing guru Dan Schawbel disse que vem simplesmente ao fato de que o americano médio não consegue identificar com os tipos de Tinseltown.

"A maioria dos americanos não podem se relacionar com as celebridades porque elas próprias não são ricos, famosos e poderosos. Em vez disso, os americanos podem se apegar às pessoas como eles que também pode ter um blog que lhes interessa. As pessoas normais são muito mais compreensível do que as celebridades ", explicou. "As celebridades não perderam peso, mas há novos influenciadores que os consumidores confiam que estão ganhando peso mais rapidamente do que as celebridades."

O estudo também descobriu que 47% dos EUA procuram em blogs para encontrar novas tendências ou idéias, 35 por cento para saber sobre novos produtos, e um em quatro de ajuda para fazer uma decisão de compra.

Então, isso vai influenciar a forma como as empresas gastam seu dinheiro e que eles contratam para anunciar seus produtos e serviços?

"As empresas que estão tentando atingir um mercado específico, deve investir em vários blogs que atender a esse mercado. É uma maneira mais barata, mais eficaz e mensurável de publicidade ", disse Schawbel. "Mamãe blogueiros já estão sendo pagos por empresas que querem aproveitar as suas audiências. As mulheres, em geral, são os decisores e os consumidores em uma família assim que são desejáveis ​​por grandes empresas. "

Uma tal mulher fazendo ondas na blogosfera é Averie Sunshine, uma mãe modelo, e um entusiasta do alimento de saúde que detalha suas aventuras diárias (e desventuras) em todas as coisas alimentar, fitness e família em seu popular blog Veggies Amor & Yoga– embora ela também tem ter cuidado para não chegar ao embrulhado na arena corporativa e alienar seus seguidores.

"Empresas de todos os tipos, não apenas vegan ou mais holística das empresas, me envie os produtos. Como um blogueiro de alimentos, somos obrigados a divulgar em nossos blogs, se algo era livre ou enviados para revisão. Nós somos capazes de publicar nossas opiniões honestas do produto ou item, mas a necessidade de divulgar quem o enviou e que não era livre ou comprados com o nosso próprio dinheiro ", disse Sunshine. "Eu acho que as empresas que estão em contato com o poder dos blogs e mídias sociais estão ansiosos para ter seus produtos expostos em blogs desde que saibam o quanto os blogs têm influência e como viral do boca a boca pode fazer maravilhas."

"Com as celebridades é uma espada de dois gumes, que agora tem todas essas ferramentas para interagir com as pessoas e elas podem passar e se tornar o relacionáveis" pessoa que eu conheço ", mas a nossa expectativa de transparência mudou", Camahort Page acrescentou. "As pessoas percebem quando uma celebridade tem um milhão de seguidores, mas eles estão apenas seguindo 48 pessoas e todos eles são outras celebridades , ou quando você @ responder a alguém 80 vezes e eles nunca respondem uma vez. Portanto, eles não são realmente interessantes. As celebridades têm uma grande oportunidade de controlar a sua própria personalidade, mas também abre-se para decepcionar os fãs também. "