Jesus e sua cruz

Fonte: http://adao.blog.uol.com.br/

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Esse é porra louca. Na TV, Charlie Sheen diz que fumava sete pedras de crack por dia.

O ator Charlie Sheen, 44, apareceu transtornado em uma entrevista no canal americano CBS, o mesmo da série "Two and a Half Men", ao falar sobre seu vício em drogas e as constantes festas das quais participa.

"Como não gostar [das festas]? As minhas festas são épicas", disse Sheen. O ator comentou ainda sobre o episódio em que passou 48 horas em uma festa com estrelas pornô regada a cocaína. "Eu tenho orgulho daquela festa. Eu dou coisas para as pessoas que elas nunca vão viver em suas vidas tediosas. Elas vão se lembrar daquilo para sempre."

A entrevista foi ao tradicional programa "Good Morning America". Sheen fumou cigarros, fez caras e bocas e deu a entender que as drogas fazem bem a ele para espanto da repórter Andrea Canning.

Quando a repórter pergunta quando foi a última vez em que ele usou [drogas], Sheen é irônico: "Eu uso liquidificadores, aspiradores de pó…"

ABC News/Reuters

Charlie Sheen em entrevista ao "Good Morning America", da CBS

"Não lembro a última vez que eu usei [drogas]. Eu provavelmente tomei mais do que alguém poderia sobreviver. Eu fumava sete pedras de crack. Sobrevivi porque eu sou eu, tenho uma constituição diferente, um cérebro diferente, um coração diferente. Algumas coisas eu nunca vou misturar."

Sheen disse na entrevista que faz tudo por "paixão". "Se você emprestar meu cérebro por cinco segundos, não vai aguentar. Ele funciona de um jeito que ninguém entende".

Quando a repórter sugere que ele tem transtorno bipolar, Sheen diz que não quer ser "igual a eles". "O que isso significa? Qual a cura? Remédio? Me fazer igual a eles? Isso não vai acontecer. Eu sou ‘bicampeão’. Eu ganho aqui, ganho ali".

O ator disse também que já recebeu conselhos de Sean Penn, Mel Gibson e Collin Farrell, mas que eles são "muito radicais".

HISTÓRICO

A série "Two and a Half Men" foi suspensa na semana passada e não será mais gravada nesta temporada.

A decisão foi tomada pouco depois do site TMZ publicar que Charlie Sheen teria ameaçado o criador da série Chuck Lorre durante uma briga. O ator disse ao site que Lorre era um "estúpido, um pequeno homem estúpido, um idiota que eu nunca gostaria de ser".

Segundo fontes ligadas à produção, essa foi a gota d’água para a CBS e a Warner Bros. Não houve nenhum pronunciamento sobre como ou quando será feita a próxima temporada.

Com "Two and a Half Men", Sheen alcançou o mais alto salário da TV americana: embolsa US$ 2 milhões por episódio.

O ator enfrenta uma série de problemas com álcool e drogas, admitiu inclusive que fumava crack. Atrizes pornôs têm sido a companhia mais constante dele, desde que o casamento com Brooke Mueller acabou.

Em outra entrevista concedida nesta segunda-feira ao programa "Today", Sheen diz que quer US$ 3 milhões por episódio, caso volte a "Two and a Half Men".

Mineiros chilenos agradecem milagre de resgate em Jerusalém

Por Ana Cárdenes.

Jerusalém, 25 fev (EFE).- O fervor invadiu os mineiros chilenos resgatados no ano passado ao percorrem nesta semana os passos de Jesus na Via Sacra e rezarem no Santo Sepulcro de Jerusalém para agradecer o milagre de seu resgate.

Ao todo, 25 dos 33 mineiros que permaneceram por mais de dois meses presos na mina San José vivenciaram o dia mais importante de sua peregrinação à Terra Santa ao caminhar com suas mulheres e mães pelas ruas de Jerusalém.

O grupo percorreu as nove primeiras estações da Via Sacra, que começa onde Jesus foi condenado à morte, até chegarem à praça da Igreja do Santo Sepulcro, na qual foram recebidos com aplausos pelos turistas e religiosos que estavam no local.

Na Basílica – o lugar mais sagrado para os cristãos – visitaram os locais onde Cristo foi crucificado, morreu, foi enterrado e ressuscitou ao terceiro dia.

Os mineiros e suas famílias se inclinaram diante da pedra da unção, entoaram um Pai Nosso e uma Ave Maria no Monte Calvário, no interior da Basílica, e tocaram a pedra na qual se acredita que esteve cravada a cruz.

A emoção tomou os mineiros e seus familiares durante todo o percurso, no qual tentavam escapar das câmeras dos jornalistas para terem um momento de recolhimento.

"É uma sensação muito forte, maravilhosa. Para quem é fiel, seja qual for sua fé, é um sonho realizado", declarou Samuel Ávalos.

Um de seus companheiros de aprisionamento na mina, Richard Villarroel, falou da alegria de poder apresentar "ao Senhor" o seu bebê, que carregava nos braços e será batizado no Rio Jordão.

"Quero agradecer a Deus por toda esta gente que nos ajudou para que saíssemos vivos da mina", acrescentou.

Já Juan Carlos Aguilar destacava o "privilégio" concedido aos trabalhadores por Deus, primeiro ao tirá-los de "debaixo da terra" e agora de trazê-los à Terra Santa.

"Fizemos muitas viagens, mas esta é a mais linda, a que sabíamos que iria ficar para toda a vida, a do caminho de Deus e tudo o que Ele passou para poder estar conosco", declarou à Agência Efe Víctor Zamora, batizado como "Poeta" porque escrevia versos para a mulher durante o período de confinamento.

Mas quem viveu o momento de maior intensidade foi o "guia espiritual" do grupo durante o tempo de clausura, José Henríquez.

"Nós clamamos a um Deus vivo e Ele nos respondeu e nos presenteou com todas estas viagens para diferentes países do mundo. Ele nos resgatou e tomou o domínio de todo o aparato de salvação. É um Deus que responde à oração, que tem ouvidos, que escuta o pecador", disse.

Ao longo de todo o percurso, os mineiros foram acompanhados por seu anfitrião na viagem de oito dias à Terra Santa, o ministro de Turismo israelense, Stas Misezhnikov.

Após deixarem a Basílica, conheceram os bairros – muçulmano e judeu – da Cidade Antiga até chegarem ao Muro das Lamentações, onde foram recebidos por Shmuel Rabinovitch, rabino do local mais sagrado para o judaísmo.

Usando quipás, os mineiros escreveram mensagens de agradecimento e desejos que colocaram nas fendas das pedras do Muro.

Aonde iam eram recebidos com alegria pelos transeuntes, muitos dos quais queriam tirar fotos com os chilenos ao saberem de quem se tratava.

Durante os próximos dias da visita, os mineiros e suas famílias visitarão outros pontos sagrados do cristianismo, como o Monte das Oliveiras, a Igreja da Natividade em Belém, a cidade de Nazaré e o Rio Jordão.

Geração @: Quem são e como se comportam

Também conhecida como Geração Z, perfil foi foco de pesquisa

Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing | 23/02/2011
bruno

Os teens de hoje que têm entre 13 e 18 anos em breve tomarão o poder do mercado de consumo, assim como os seus “antepassados”, a Geração Y. Eles nasceram e vivem na era digital, estão interconectados, super informados, têm um sentimento crítico elevado, são egocêntricos, precisam ser reconhecidos e procuram seus próprios momentos de fama. Para eles, as marcas continuam sendo relevantes em suas vidas para construir sua identidade, aponta a pesquisa “Geração @ e as Mudanças dos Consumidores Teens”.

O estudo realizado pela Enfoque Pesquisa de Marketing no Brasil e apresentado ontem, dia 22, na sede da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa mostra um adolescente cuja vida passa 24 horas por dia nas telas. Principalmente a do computador, para acessar a internet, em que 77% preferem passar o seu tempo, contra 66% da Televisão e 54% do celular. Mas eles não consumem uma mídia de cada vez.

Enquanto estão na internet, os teens multitarefa ouvem música, falam ao telefone e assistem à TV, nesta ordem. O ambiente digital é um território conquistado por eles e onde têm suas próprias linguagens. A disputa pela atenção deste público é cada vez mais feroz. Tudo que se passa na vida deles hoje tem uma tela. Eles não consomem mídia, mas sim conteúdo que os permite interagir e compartilhar, principalmente nas redes sociais.

Geração Display
As redes sociais são parte fundamental na vida dos adolescentes brasileiros para se socializarem, conhecer pessoas, ter reconhecimento e auto-estima. Em seus perfis, eles se mostram como querem ser vistos, geram e compartilham conteúdo constantemente. “Os teens de hoje são autores e protagonistas de seus momentos”, afirma Zilda Knoploch, CEO da Enfoque Pesquisa de Marketing (foto). “É uma geração display. São obcecados por se verem e serem vistos. Até o processo de paquera mudou. Primeiro ele se mostra e depois conhece”, explica.

Agora, as marcas precisam conhecer e interagir com esses jovens que Zilda chamou de Geração @, também denominada por Geração Z. Eles são adolescentes nascidos após 1995. A forma de fazer Marketing tem que ser diferente. “Temos que entrar na vida destas pessoas, acompanhar a vida delas e se relacionar. Não é mais um discurso da marca para o teen, mas uma conversa entre os dois”, diz a CEO da Enfoque.

É uma interação sem fim que tem como base o conteúdo. As marcas que não tiverem conteúdo e um propósito estarão fora do jogo. Elas precisam preencher um espaço que está vago na mente dos novos adolescentes que se mostram sem perspectivas, uma vez que 52% das mais de 1.500 pessoas entrevistas em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, das classes A, B e C, se mostram abertos a morar em outro país. Elas não têm confiança nas empresas, nos políticos, nem no Estado, mas 70% dos garotos e garotas confiam na Igreja, seguida da Seleção Brasileira de Futebol, do Exército, da Rede Globo e dos Bancos.

Atitudes diferentes, mas nem tanto
Em meio a uma fase de transição, os novos teens se mostram materialistas e extremistas em relação às suas emoções. Assim como a Geração Y, querem tudo para ontem e alguns deles já sentem falta de tempo para fazer tudo que gostam. É um fenômeno decorrente da maior gama de atividades diárias além da escola, principalmente nas classes AB. Seus ídolos não estão no esporte, mas sim na família, sendo a mãe a principal.

Sobre o futuro, a maioria não tem ideia do que acontecerá a eles, apenas querem desfrutar o hoje. A diferença é que, na classe A, alguns desejam estudar e trabalhar no exterior. O vasto acesso a informação lhes permite sentir que o mundo cabe em suas mãos. Num ambiente de excessos, a opinião de seus amigos é confiável e mais influente que a das marcas.

A música está presente em todas as situações que este jovem passa, formando a trilha sonora da vida dele mais do que no passado. O que não muda, segundo a pesquisa, é que as marcas continuam representando os códigos de moda para esta geração, seja como pertencimento, para obter status ou até mesmo se diferenciar.

As vezes eu falo com a vida…

Sou um cara inquieto, preciso estar sempre em movimento, em evolução, dizendo não ao ócio imprudutivo quero inovação quero ação, precio disso pra viver. Para isso me preparo, me reciclo, grito, pois ficar quieto, acomodado não leva a nada, não gera mudanças. Paz quieta, imposta pela falta de opções é acomodação, isso é medo do novo. Sempre converso com meu conciente, e me pergunto o que esta precisando ser mexido para que melhorias aconteçam? Nos cercar-mos num mundinho recluso do mundo real não nos afasta dos problemas que uma hora ou outra nos pega numa das esquinas da vida la na frente percebemos que gastamos a vida preso num mundinho artificial construido por nós achando que estavamos felizes e não vivemos a vida em sua plenitude.

Não sou dono da razão, tenho problemas comuns a um cara tipico de minha idade e contexto porem tenho uma bela esposa, filhas lindas, quero viver intensamente minha vida desfrutando da compania delas e procurando intensamente sorver da vida tudo que ela poder me dar…

Por isso deixo pra voces uma musica que relete um pouco disso…

O que é luxo para a classe C?

Pesquisa mostra quais são as ambições da chamada nova classe média brasileira

Artigo escrito por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing | 18/02/2011
sylvia

Tudo é luxo para a classe C. Pelo menos é o que diz uma pesquisa realizada pela Franceschini Análise de Mercado para conceituar o tema abordado no livro Luxo for All, de José Luiz Tejon, Roberto Panzarini e Victor Megido. O levantamento teve como objetivo registrar o que os consumidores emergentes pensam do luxo e indicar caminhos para as empresas que desejam aproveitar o potencial deste segmento.

Marcas como C&A, Riachuello, Carrefour e Marisa foram algumas das mais citadas pelos entrevistados. O estudo, no entanto, indicou que 64% dos consumidores da classe C não têm nenhuma marca de vestuário na memória que esteja ligada a luxo, assim como 62% também não citaram uma loja específica. Os números indicam as oportunidades para as empresas que souberem encantar esses clientes.

Apesar do mercado vivenciar movimentos de companhias como o Grupo Boticário, que lança a marca de cosméticos Eudora investindo principalmente em venda direta para atrair um público diferente da marca mãe, poucas são as companhias que entenderam a necessidade de oferecer o “luxo” que a classe C deseja. Outro exemplo recente é o de Marisa, que lançou a bandeira Marisa Lingerie, sem mudar o foco na classe C, com pontos de venda que pretendem oferecer a melhor experiência de compra possível, orientação e produtos diferenciados.

Metade não associa luxo à ostentação
Em muitos casos, é preciso repensar a estratégia das companhias ou, até mesmo, criar novas marcas, como fez o Grupo Boticário. “As empresas terão que desenhar outro tipo de negócio. Casas Bahia e Marabraz são redes que ficaram enormes respeitando o consumidor, com outra forma de cadastro, de lidar com o cliente, tratar o atraso e abdicar dos juros. Uma atitude às vezes mais respeitosa”, diz Adélia Franceschini, Sócio-Diretora da Franceschini Análise de Mercado, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Segundo a pesquisa, no entanto, apenas metade dos entrevistados associam o luxo à representação social do status e da opulência, chamado pelos autores de opolux. O resultado mostra que o caminho para as marcas que querem ser consideradas como luxo para estes consumidores é investir também no lado comportamental e no estilo de vida, e não apenas no material e na ostentação.

Do total, 25% não souberam definir o que seria luxo para si. Já 17% citaram o egolux, luxo íntimo, baseado numa escolha subjetiva, como uma boa casa, contas pagas e poder descansar. Outros 6% citaram ainda o luxo filosófico, que valoriza elementos como a consciência, o desapego, o bom gosto e ter saúde. Mas, para 27% deles, luxo é ter um bom carro, poder viajar, ter conforto e ir a um restaurante com a família, o poplux.

Excelência, Estética, Experiência e Ética
E é no poplux que reside a oportunidade de reposicionamento e estratégia das marcas. “O luxo para a classe C é quase a idealização de uma vida confortável. Esses consumidores têm uma realidade tão oprimida por necessidades básicas, que luxo é a ideia de uma casa boa, um carro novo, entrar no supermercado e comprar de tudo um pouco. Coisas absolutamente adquiridas pela classe média, mas que na classe C passam a ser um sonho, algo quase inatingível”, acredita Adélia.

Por isso terão destaque as marcas que conseguirem tocar minimamente no ideário da classe C. A estratégia deve ter algum ponto de contato com este consumidor. Esta é a diferença entre redes como Carrefour e Walmart, por exemplo. “O Walmart não tem traço de percepção da classe C. Talvez por ser uma rede mais recente, ter um nome estranho para o brasileiro, pela própria estratégia de comunicação, a localização e todos os P’s de Marketing que pesam na percepção – ou não percepção – da marca”, ressalta a executiva.

Para as empresas que desejam praticar o “novo luxo”, o livro – lançado pela Editora Gente – aborda os 4 E’s que podem contribuir para a estratégia com foco nas sociedades emergentes: Excelência, Estética, Experiência e Ética. O primeiro deles refere-se ao comprometimento com produtos e serviços de qualidade assegurada. “Com um problema de renda maior, os consumidores buscam produtos excelentes, corretos, que durem. Isso vai contra a ideia de que, para a base da população, qualquer porcaria serve. O povo está aprendendo a escolher e é necessário ter excelência”, conta José Luiz Tejon, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A estética também é essencial, pois clientes emergentes querem o belo, como lojas com arquitetura aconchegante e produtos com design diferente. Já a experiência é o ponto de partida para a venda, os consumidores devem ser acolhidos, tratados com dignidade para que se sintam incluídos. Por fim, a ética é fundamental para garantir um relacionamento sustentável, duradouro e buscar conexões de longo prazo entre marca e cliente.

Novos 4 P’s
Na abordagem do luxo para a classe emergente, os 4 P’s também mudaram. De acordo com o conceito do livro, os executivos devem levar em conta os novos 4 P’s. São eles Pessoas, Paixões, Produtos Cultuados e Pontos de Encontro. “Pessoas”, porque o olhar de atendimento deve ser outro, conter uma visão humanista, antropológica, compreendendo que, mais do que um consumidor, existe uma pessoa com anseios, angústias e desejos, que espera ser atendida.

A “Paixão” é o que vai engajar os clientes. As empresas devem ser apaixonadas pelo que fazem de melhor para transformá-lo em algo importante para as demais pessoas, envolvê-los na causa, seja na produção de bens de consumo ou na prestação de serviços. Consequentemente, os produtos devem ser cultuados, representar satisfação e cultivar o crescimento da autoestima de quem os consome.

“É preciso colocar os produtos em situações inteligentes de merchandising, como eventos. Eles devem fazer parte da cultura e dos valores humanos que precisam ser trabalhados pelas marcas. Já o último P refere-se ao entendimento de que as lojas, muito mais do que vender, são pontos de encontro. As pessoas marcam casamentos em unidades da Apple. Produtos, serviços e lojas são pontos de relacionamento que cultivam redes físicas ou virtuais”, explica Tejon.

Artigo escrito por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing | 18/02/2011
sylvia