Pretensão?

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Gosto muito daqueles documentários na TV que falam das teorias sobre o Universo, distâncias de bilhões e bilhões de quilômetros, bilhões de anos envolvidos na formação das estrelas. O que mais me impressiona nesses assuntos é me perceber tão insignificante no tempo e no espaço. Quem sou eu? Que relevância tenho para esse Universo infinito? Que importância têm estes meus breves anos no meio do tempo eterno, que do infinito vem e para o infinito vai?

Quem sou? Por que estou aqui? De onde vim? Para onde vou? Estas perguntas têm ocupado a mente de sábios e animado rodas filosóficas por eras. Eu que não sou nenhum intelectual, estava na minha humilde insignificância meditando hoje cedo. E gostaria de, sem qualquer pretensão, lhe oferecer o que é relevante para mim em relação a essas profundas questões existenciais.

O texto em que meditava era o de João 15.5: Eu sou a videira e vocês são os ramos…

Salvação é termo freqüente na boca dos cristãos, mas, para muitos, se resume em a alma deixar de ir para a “danação eterna”. Porém salvação é também o que o apóstolo Pedro escreveu: …para que vocês se tornassem participantes da natureza divina (1Pe 1.4) Salvação é pegar um ramo à toa e enxertá-lo na videira mais preciosa – e o enxertado passa a ser mantido pela videira, e quanto mais se integra a ela, isto é, quanto mais se deixa transformar, mais compartilha a sua natureza.

Individualmente sou irrelevante diante do cosmos. Mas pela graça de Deus fui enxertado em Jesus; eu, que era um galho inútil, trago agora vida divina em mim. Assim: Quem sou? Participante do corpo de Jesus, portanto flui em mim a vida daquele em quem o infinito e a eternidade subsistem. Por que estou aqui? Vivo a serviço do Reino da Divindade em quem tudo existe. De onde vim? Mais do que ter sido criado por ele, fui por ele alcançado para fazer parte do seu corpo. Para onde vou? Me integrar mais e mais à videira. É para ele que vou; quero que a vida de Jesus se manifeste cada dia mais em mim (é essa a obra do Espírito Santo naqueles que se tornam seus: produzir a natureza e o caráter de Jesus – Deus encarnado). Jesus é a causa e a finalidade pela qual não só eu, mas todo o Universo existe, e é nele que todo o Universo um dia culminará.

Assim, um serzinho insignificante diante de tanta grandeza ganha dimensão cósmica. O finito se tornou infinito, posto que na Divindade Infinita estou implantado. O mortal viverá para sempre, pois em Jesus, o Eterno, subsisto.

Complicado? Talvez. Mas verdade. Maravilhosamente verdade. Graças ao Deus Eterno que se importou assim em vir ao encontro desta raça ingrata, e nos fazer participantes da sua vida.

O convite está aberto a tantos quantos queiram se deixar implantar na videira. Fale com Jesus sobre isto!

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