7 hábitos diários que vão levar você ao sucesso em vendas

O sucesso nas vendas depende da atitude dos vendedores. Conheça 7 hábitos que vão ajudar você a trilhar o caminho da excelência

Escrito por
Gustavo Paulillo

Se você tiver o melhor processo de vendas do mundo, tecnologia, planilhas, scripts de vendas e marketing, você ainda vai falhar se não tiver força emocional para vender.

E a sua atitude, juntamente com o preparo emocional, é muito importante para que você consiga atingir seus objetivos, conquistar novos clientes, e obter sucesso em vendas.

Por isso, você não pode se contentar apenas em ter o melhor background de vendas.

Você precisa ser a sua melhor arma de vendas, com comportamentos e atitudes que seja favoráveis ao sucesso.

Jeff Keller é autor do best-sellerAttitude Is Everything”, e descreveu as emoções que os melhores vendedores devem cultivar, e tornar um hábito para terem o verdadeiro sucesso em vendas.

Você pode fazer uma lista desses mandamentos e colocar na sua cabeceira, para que eles sejam a primeira coisa que você vê ao acordar, ou colar no espelho, para que você revise os comportamentos que deve treinar, enquanto troca de roupa.

Sem a atitude certa, você não vai conseguir ser um vendedor de sucesso.

Sem a atitude certa, você não vai conseguir ser um vendedor de sucesso.

#1. Ser paciente

Cada cliente tem a sua própria maneira de tomar suas decisões. Eles têm o seu processo e sua velocidade na hora de decidir.

Encurralar ou pressionar seus clientes para comprar é como puxar as mudas de uma planta para que ela cresça.

Enquanto você estiver disposto a ajudar um cliente, você deve se recusar a ficar frustrado quando eles não compram tão rápido como você queria.

A paciência vai ajudar o vendedor a enxergar o momento exato de pedir a venda. E, por conta disso, ele vai conseguir a venda que os outros não conseguem.

Espere pela hora certa. E só nesse momento aja.

#2. Seja comprometido

Os clientes precisam confiar que você está disposto a fazer o que for preciso (legal e eticamente) para que eles sejam bem sucedidos.

Por isso, o vendedor deve acompanhar seu cliente, independente dos compromissos que ele tenha, até garantir que ele tenha feito a melhor escolha possível.

Um bom vendedor não vai desistir até que esteja claro que você não pode ajudar o seu cliente.

O vendedor precisa estar comprometido com ele mesmo e com o cliente.

Porque se ele está comprometido apenas com ele mesmo, esquece de servir o cliente, e se está comprometido apenas com o cliente, esquece a hora de parar, a hora de ceder, ou até mesmo, a hora de dizer não.

Você precisa fazer de tudo para ajudar o seu cliente.

Você precisa fazer de tudo para ajudar o seu cliente.

#3. Fique entusiasmado

O entusiasmo é contagiante, e por isso você precisa estar entusiasmado consigo mesmo, com a sua empresa, produto e clientes.

Para se manter entusiasmado, coloque em prática o seu desejo de ajudar as pessoas a melhorarem suas vidas, e assim, criar mais riqueza e sucesso para todos.

É justamente o seu entusiasmo quando fala do seu produto, da sua solução e de tudo que pode fazer para ajudar o seu cliente que vai contagiá-lo para que ele queira saber mais sobre o que você faz.

Isso vai ajudar você a seguir em frente: porque os vendedores de verdade exalam entusiasmo contagiante sobre o que fazem.

#4. Seja curioso

Ser curioso significa estar vivo para os mistérios e enigmas da vida. Cada cliente e cada situação é diferente e tem algo importante para ensinar.

Por isso, é preciso manter olhos e ouvidos abertos para qualquer conhecimento que possa ajudar qualquer vendedor a servir melhor e ajudar os clientes a serem bem sucedidos.

A curiosidade vai ajudar você a manter sua inteligência em dia, se manter à frente da concorrência, e principalmente ser um verdadeiro portador das boas novas, que deve ser a missão de todo vendedor.

#5. Seja corajoso

Como vendedor, você precisa ter a coragem de assumir os riscos necessários para expandir o seu negócio, mesmo em face de enormes probabilidades.Não sacrifique suas metas e ambições para conseguir uma falsa sensação de segurança.

Não tome o caminho mais fácil quando sabe que o caminho mais espinhoso vai levar você para seus objetivos.

Os atalhos sempre vão levar aos lugares onde as pessoas já estiveram. Pegue o caminho mais difícil, aprenda a vencer o medo, e não se deixe vencer.

A curiosidade vai ajudar você a se transformar em uma pessoa melhor.

A curiosidade vai ajudar você a se transformar em uma pessoa melhor.

#6. Seja franco

Não separe seu propósito de suas verdadeiras motivações. Seja honesto com seus clientes e colegas, mesmo quando estiver em desvantagem.

Nunca use táticas de manipulação para enganar os clientes, manipulá-los, ou até mesmo fazê-los comprar, mesmo sem necessidade.

A verdade será o seu passaporte para conquistar o respeito de seus clientes, e vai fazer você abrir novas portas.

#7. Seja flexível

A vida é sobre mudanças: nada permanece o mesmo. Seja flexível, de modo que você possa observar aquilo que está funcionando e o que não está.

Mude a sua abordagem para coincidir com mudanças de circunstâncias.

Feito isso, adapte-se para que possa atender melhor às necessidades de cada clientes. Afinal, é justamente a capacidade de se adaptar a cada cliente que vai possibilitar o seu crescimento.

Como já dizia o famoso ditado: adapte-se, ou morra.

7 hábitos diários que vão levar você ao sucesso em vendas

7 hábitos diários que vão levar você ao sucesso em vendas

Você está pronto para praticar?

Um comportamento demora um certo tempo até se tornar um hábito. É preciso praticar diariamente, relembrar diariamente o que você deve fazer para conseguir vender melhor.

Só assim um vendedor estará no caminho do aprimoramento e da melhoria contínua, e a melhoria contínua é o único caminho até o sucesso.

Você não poderá ser melhor que outros vendedores, se não praticar mais que todos eles.

Não vai conseguir ser mais produtivo, se não produzir mais.

Não vai conseguir entregar mais resultados, se não se dedicar mais.

Não vai conseguir atingir seus objetivos, se não se especializar mais.

Não há caminho fácil nas vendas. É justamente quando um vendedor faz o que precisa ser feito para se diferenciar diante de seus clientes, que seus clientes lhe dão valor.

E, esse caminho é um caminho de melhoria e prática diária de novos hábitos, visando um novo comportamento, para novos resultados.

É justamente isso que precisa ser feito.

Afinal, o câncer é mesmo uma questão de azar?

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Uma pesquisa divulgada no fim do ano passado causou polêmica ao afirmar que a "má sorte" é um dos fatores que mais causam câncer, mais até do que riscos conhecidos, como o hábito de fumar. Desde então, houve uma onda de críticas ao estudo americano, conduzido por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins e da Escola de Saúde Pública Bloomberg.

Algumas das críticas eram direcionadas aos pesquisadores. Outras, aos jornalistas.

Então as matérias sobre o estudo exageraram? O que deveriam ter dito?

A maioria das manchetes na época giravam em torno de algo como "Maior parte dos casos de câncer é causada por simples azar", inclusive a da BBC Brasil.

Inicialmente, para entender o estudo, publicado na revista científica Science, ajuda muito entender a ciência básica por trás do câncer.

A doença ocorre quando células em uma parte específica do corpo começam a sofrer mutações e se reproduzirem incontrolavelmente. As células cancerígenas podem invadir e destruir tecidos.

Fatores Ambientais

Os pesquisadores da Johns Hopkins afirmaram ter encontrado uma correlação entre o número de divisão celular que ocorre em um determinado tecido e a probabilidade dele se tornar cancerígeno.

Eles analisaram 31 tipos de tecido. "Alguns eram bastante estáveis, como o muscular e o cerebral, que não se dividem quando param de se desenvolver", disse P Z Meyers, biólogo da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos.

"Então, eles têm uma baixa probabilidade de desenvolverem um câncer, enquanto o revestimento epitelial do intestino está constantemente se regenerando. E essas células têm uma maior probabilidade de se tornarem cancerígenas"

Se você fuma, você aumenta em muito a chance de ter câncer de pulmão. Outros fatores comportamentais e ambientais são conhecidos por causar esse e outros tipos de câncer.

Mas algumas pessoas que não fumam também desenvolvem câncer. Além disso, outros fatores ambientais e genéticos não têm impacto em outros tipos de câncer.

Assim, quantos dos casos de câncer são causados por um erro aleatório na divisão celular?

Os pesquisadores dizem que calcularam esse porcentual e chegaram à conclusão de que dois terços (65%) "das diferenças em risco de se desenvolver câncer em diferentes tecidos" se deve à divisões celulares que deram errado, ou seja, "azar".

Muitos veículos concluíram que isso significava que dois terços dos casos de câncer eram resultado de uma divisão celular desordenada. Não era isso que a pesquisa dizia.

No entanto, para muitos, não ficou claro o que a pesquisa dizia exatamente.

Ao que os 65% se referiam exatamente? A explicação mais provável é a de que os pesquisadores se referiam à correlação entre divisão celular em diferentes tipos de tecido e à tendência desse tecido de desenvolver um câncer.

Críticas de todos os lados

Se você imaginar um gráfico, teria todos os diferentes tipos de câncer com a frequência de divisão em um dos eixos e a frequência do câncer em outro.

Se os pontos fossem marcados por todo o gráfico, você diria que não há relação entre divisão celular – o que os pesquisadores chamam de má sorte – e o câncer.

E se todos os pontos se alinhassem perfeitamente, haveria 100% de correlação entre divisão celular e câncer.

A resposta que os pesquisadores encontraram parece está em algum lugar no meio do caminho dessas duas possibilidades: os pontos no gráfico se alinham razoavelmente, então, a taxa de divisão celular é 65% relacionada à taxa de câncer.

Mas, se isso estiver certo, também haveria críticas sobre o método de pesquisa.

Os autores do estudo não puderam dar uma entrevista à BBC, mas disseram que estão escrevendo um estudo técnico para esclarecer o estudo inicial.

Então quem culpar pelas manchetes confusas? O epidemiologista George Davey-Smith, da Universidade de Bristol, argumenta que não se pode culpar jornalistas de sites, TVs e jornais da grande mídia.

A manchete do próprio editorial da revista Science, ele lembra, era "a má sorte do câncer", sendo que em seguida lia-se: "Análise sugere que maioria dos casos não pode ser prevenidos." "Então, não é justo culpar os jornalistas – eles apenas copiaram o que a revista e o realease diziam."

Mas se as manchetes eram enganosas, o estudo também foi alvo da mesma crítica, Segundo P Z Myers. "A importância do estudo é que ele diz, sim, que se você tem câncer, você não devia se culpar por isso. E acho que isso é algo que as pessoas que têm câncer gostariam de ouvir."

*Está notícia foi publicada pelo G1

Você consegue “vender” o Vento?

“Sua marca precisa tocar o espírito das pessoas.”

“Pense no consumidor não em termos de alguém que vai comprar seu produto, mas alguém que deseja que o mundo seja um lugar bom para viver. O que você está fazendo para mostrar a ele que se importa?”

“No Marketing atual, você não compra mais pelo que sua mente diz, mas por sua emoção”

Essas foram algumas das dicas dadas pelo guru Philip Kotler em sua palestra na segunda-feira da semana passada, no Seminário de Marketing da HSM.

A Propaganda surgiu no mundo com uma pegada bem varejista. “Compre meu produto. Ele é melhor que o do concorrente”. Uma abordagem direta e reta que funcionou bem durante mais de um século.

Mas de uns tempos para cá, com a óbvia necessidade de inovação exigida pelo mercado, a publicidade e a propaganda também foram obrigadas a atualizar a abordagem para atingir seus targets.

Simplesmente falar que seu produto é melhor não basta para que o consumidor seja convencido de comprar. Com a vasta variedade de marcas e produtos tentando influenciar e convencer, surgiu a necessidade de se diferenciar de alguma forma.

Foi diante, então, desta necessidade que a abordagem varejista foi substituída por histórias.

Quando uma história é contada no lugar de dados, quando um personagem é criado, o consumidor inevitavelmente cria um laço afetivo com ele. Vínculos são criados e são eles que fazem toda a diferença na hora da compra. Consciente ou inconscientemente.

Esse vínculo fica muito evidente em novelas e filmes. Se sabemos que os personagens são fictícios, por qual motivo nos emocionamos em determinadas cenas?

É resposta é simples: porque a empatia aconteceu.

Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro. De sentir as emoções e sentimentos alheios como se fossem nossos.

Quer ver um exemplo?

Esse comercial foi veiculado, nada mais, nada menos, que no intervalo do Super Bowl desse ano. Reparou que a Budweiser não falou das características da cerveja? Nem do preço? Nem sobre nenhum dado? A intenção do vídeo foi puramente se relacionar com a audiência. De emocionar. De falar que se importa com os sentimentos.

A única menção à marca foi ao final, onde assinaram “BestBuds”, uma brincadeira com a expressão melhores amigos (buddies) e a marca (Bud).

O exemplo abaixo também mostra uma história interessante e surpreendente:

Se até mesmo um “produto” (que mal podemos chamar de produto) como o vento consegue envolver e tocar o emocional, porque seu produto não conseguiria?

Quando pensar em fazer sua próxima campanha conte uma história que envolva sua audiência. E isso serve também para suas próximas apresentações.

Apresentações apenas com dados normalmente são chatas e fazem com que a audiência se disperse com facilidade, contextualize o cenário, apresente os argumentos e em seguida, mostre como você pode ajuda-los.

Ao contar histórias você desperta curiosidade e retém a atenção para que a mensagem seja passada com efetividade, pois você cria uma linha de raciocínio que conduz o pensamento da audiência que, no mínimo, fica curiosa para saber o desfecho.

Portanto, lembre-se que relacionar é tão importante quanto informar.

Crie a empatia necessária para gerar a emoção. Toque o inconsciente do target e tenha esse diferencial como um grande aliado.

*esse texto foi postado no blog da soap apresentações

Blasfêmia

“Por esse motivo eu lhes digo: Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada”. — Mateus 12:31

Muitos Cristãos sinceros já se perguntaram se cometeram a blasfêmia contra o Espírito.

Preocupam-se com isso por temor ao Senhor. Eles têm dúvidas porque sabem que estão sujeitos a pecar e temem a possibilidade de ficar afastados do Senhor pela eternidade.
Isso é o contrário da reação dos fariseus e a razão pela qual eles corriam o risco de ficar sem perdão. Momentos antes eles atribuíram ao diabo uma obra do Espírito (v.24). E não foi por falta de conhecimento ou ignorância. Eram homens educados e espertos. Como Jesus acabou de mostrar, a acusação deles era um absurdo. Só havia uma explicação: eles estavam rejeitando O Messias deliberadamente. Com isso, eles cometeram um pecado imperdoável ao rejeitar o único que podia perdoar – Jesus. Qualquer pecado não-arrependido, por menor que seja, não será perdoado (Lc 13:1-3). E qualquer pessoa que rejeita Jesus, o único capaz de perdoar, coloca-se numa
situação igualmente sem perdão. Se a pessoa se arrepender depois, e reconhecer Jesus como Salvador e pedir perdão, certamente ele o dará. Como João afirmou, Jesus nos perdoará “de toda injustiça” (1 João 1:9). Não há pecado nem pecador que ele não perdoe, a não ser aquele que recusa reonchecê-lo como Senhor e Salvador. Se este não
for seu caso, não há porque temer que você tenha cometido a blasfêmia contra o Espírito. Como certo sábio uma vez explicou, seu próprio temor ao Senhor nessa questão é a melhor prova de que desse pecado você não é culpado. Se houver algo do qual você precisa se arrepender, leve para Jesus na confiança de que ele veio levar seu
pecado, todo seu pecado – e um dia levará você daqui para seu lar celestial.

Relacionamentos e Sucesso nos Negócios

Relacionamentos são a chave para o sucesso nos negócios, não importa qual seja a área ou empreendimento. Isto inclui relacionamentos com pessoas mais velhas do mesmo ramo, relacionamentos com colegas e, o mais importante, relacionamentos com clientes atuais e potenciais. Por isso, até hoje, gasto quantidade significativa do meu tempo com meus amigos. Ouvimos falar muito sobre o valor do “networking”, mas para mim isso parece muito interesseiro. Não se compara a simplesmente fazer amizade com as pessoas, apreciando sua empresa e se beneficiando mutuamente.

Alguém pode perguntar: “E se o cliente potencial não fizer negócio com você? Seu tempo terá sido perdido?” Não! Vale a pena conhecer a maioria das pessoas, mesmo que nunca se tornem clientes ou nos recomendem a alguém. Podemos aprender algo e crescer com todos. E este não é um conceito novo. A Bíblia fala muito sobre isso:

Relacionamentos enriquecem mutuamente. Na maioria dos casos, aprendemos uns com os outros – temos diferentes forças, interesses e perspectivas e podemos nos beneficiar disso. Não subestime o valor de seus relacionamentos. “As pessoas aprendem umas com as outras, assim como o ferro afia o próprio ferro” (Provérbios 27.17).

Relacionamentos aumentam nossa força. Você já deve ter ouvido dizer que dois bois puxam muitas vezes mais juntos do que um só separadamente. Da mesma maneira nos relacionamentos podemos ser mais efetivos e bem-sucedidos em atingir nossas metas. “É melhor haver dois do que um, porque duas pessoas trabalhando juntas podem ganhar muito mais. Se uma delas cai, a outra a ajuda a se levantar. Mas, se alguém está sozinho e cai, fica em má situação porque não tem quem o ajude a se levantar… Dois homens podem resistir a um ataque que derrotaria a um deles se estivesse sozinho. Uma corda de três cordões é difícil de arrebentar” (Eclesiastes 4.9-12).

Liderando Processos de Mudanças

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Algumas pessoas detestam qualquer espécie de mudança. O rompimento das condições do momento lhes é muito perturbador. Para mim, mudança é uma boa coisa, contanto que aconteça nos meus termos. Mas resisto à mudança quando tenho pouca ou nenhuma influência em sua implementação.

No livro, Lições de Liderança de Jesus, Bob Briner e Ray Pritchard fizeram esta observação: “Liderança requer compreensão do que é novo dentro do contexto do velho… Um líder precisa saber o que está acontecendo. Precisa também ser capaz de explicar porque o novo é melhor. Líderes inovadores serão sempre desafiados por aqueles que defendem o antigo.”

A Bíblia é um livro sobre mudanças. Vejamos alguns princípios sobre como lidar com elas:

Saiba o que está acontecendo. Verdadeiro líder não se concentra somente no presente, mas antecipa o que pode acontecer no futuro e como reagir de acordo. Durante um período de grande incerteza, os antigos israelitas foram capazes de se voltar para os “filhos de Issacar, conhecedores da época, para saberem o que Israel deveria fazer” (1Crônicas 12.32).

Estabeleça um exemplo a seguir. Um supervisor meu dizia: “Nunca vou pedir a alguém fazer algo que eu mesmo não esteja disposto a fazer.” Ao aceitar mudanças, colaboradores darão resposta mais favorável se virem seu líder também passar pelo mesmo processo. “Ponham em prática o que vocês receberam e aprenderam de mim, tanto com as minhas palavras quanto com as minhas ações” (Filipenses 4.8-9).

Busque discernimento. Pessoas afetadas por mudanças são as mais adequadas para determinar como melhor colocá-las em prática. Impor mudanças sem pedir sugestões e comentários pode ser desastroso, ou pelo menos, impedirá o processo. “O país que não tem um bom governo cairá; com muitos conselheiros, há segurança” (Provérbios 11.14).

Microsoft mostra funcionamento de tradutor simultâneo do Skype

A Microsoft aproveitou o Worldwide Partner Conference, evento anual com parceiros, para mostrar um dos recursos mais interessantes para o Skype: a tradução automática e quase simultânea.

A ferramenta ainda está em fase de desenvolvimento, mas já se mostra promissora para permitir que duas pessoas que falam línguas diferentes se comuniquem. No palco, a Microsoft tinha um executivo britânico, Steve Clayton, falando em inglês e uma outra representante, Melanie Schoebel, falando em alemão. Percebe-se claramente que há algumas falhas de compreensão e outras de tradução.

Por exemplo, em determinado momento, é dita a palavra “partner” (“parceiro”), que é compreendida pelo sistema como “Palm OS”, finado sistema operacional móvel, gerando risadas dos presentes. Contudo, de uma forma geral, foi possível para o público que não entende alemão entender o que era dito no idioma germânico.

Já para quem não sabe inglês, a tradução contrária também foi capaz de transmitir a informação com alguns sobressaltos, mas de forma eficiente como um todo. O sistema funciona de uma forma simples: o usuário fala em seu idioma nativo e, conforme a frase vai se formando, o sistema recebe e interpreta a informação, traduzindo-a da melhor maneira possível. Em seguida, um sistema automático de voz repete a mensagem, agora no idioma final.

A expectativa da Microsoft é lançar o serviço até o final deste ano para o usuário final que quiser se comunicar com pessoas que falam outros idiomas.