Arquivos | janeiro, 2011

Radar dedo-duro nas estradas multa 14 mil

31 jan

Além da falta de licenciamento houve flagra de veículos roubados ou com pendências na Justiça

Os radares dedos-duros nas principais rodovias do Estado de São Paulo já flagraram 14,1 mil veículos sem licenciamento. Todos eles receberam multa de R$ 191,54 e sete pontos na CNH, Desse total, 8.380 (59,5%) foram apreendidos, segundo O Estado de S. Paulo. Os demais (5.720, ou 40,5% do total) não foram parados e, apesar de a legislação prever a apreensão do veículo, continuaram trafegando mesmo sem o licenciamento.

Os radares começaram a operar em 1º de dezembro do ano passado. Eles estão dispostos em 42 pontos de 24 estradas. Outros 61 devem ser instalados em carros da Polícia Rodoviária Estadual. A data para entrada em funcionamento ainda não foi divulgada.

Os chamados radares dedos-duros possuem leitura automática de placas – assim como os instalados para multar quem fura o rodízio na capital – e podem ainda detectar veículos roubados e com pendências judiciais.

O balanço aponta ainda que foram apreendidos 3.048 documentos de veículos em dezembro e outros 2.214 no mês atual.

Os dados relativos a pendências judiciais ou roubos não foram divulgados.

Sistema

Os radares funcionam da seguinte forma: a informação da placa é encaminhada por um sistema de rádio à base da polícia. Os números e letras são pesquisados num banco de dados que informa se o veículo está em situação irregular. Se ele estiver sem licenciamento, for fruto de roubo, furto ou dívida, um sinal visual e sonoro é emitido. Esse processo demora menos de um minuto. A partir do aviso, o policial pode fazer a abordagem do veículo na estrada.

[radar]

BIG BROTHER BRASIL pelos olhos de Luiz Fernando Veríssimo

28 jan

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço…A décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,… encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros,… todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial.

Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE…

Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.

Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.

Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse, que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?

São esses nossos exemplos de heróis?

Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..

Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.

Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.

Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.

E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?

(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.

Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ler a Bíblia, orar, meditar, passear com os filhos, ir ao cinema…, estudar… , ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins… , telefonar para um amigo… , visitar os avós… , pescar…, brincar com as crianças… , namorar… ou simplesmente dormir.

Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.

Um abismo chama outro abismo.

O Exodo da internet do Egito

28 jan

A internet Deixa o Egito

Confirmando o que alguns têm relatado esta noite: em uma ação sem precedentes na história da internet, o governo egípcio ordenou que provedores de internet encerrassem todas as conexões internacionais para a Internet. Críticas europeias, rotas asiáticas de fibra óptica através do Egito parecem ter sido afetados. Mas cada prestador do Egito, todas as empresas, bancos, Sala de Internet, website, embaixadas, escola e escritório do governo que contavam com estes provedores egípcio para a sua conectividade com a Internet está agora isolado do resto do mundo. Link para o Egito, a Vodafone / Raya, Telecom Egito, Etisalat Misr, e todos os seus clientes e parceiros são, no momento, fora do ar.

Às 22:34 UTC (00:34 hora local), Renesys observada a retirada simultânea de praticamente todas as rotas para as redes egípcio na tabela global de roteamento da Internet. Cerca de 3.500 rotas BGP individuais foram retiradas, não deixando caminhos válidos pelo qual o resto do mundo poderia continuar a troca de tráfego com provedores de internet do Egito serviço. Praticamente todos os endereços de internet do Egito são agora inacessíveis, em todo o mundo.

Esta é uma situação completamente diferente da manipulação de Internet modesto que teve lugar na Tunísia, onde rotas específicas foram bloqueadas, ou o Irã, onde a Internet ficou em um protocolo com taxa limitada projetado para fazer conexão com a Internet dolorosamente lento. As ações do governo egípcio limpou seu país no mapa global.

O que acontece quando você desconectar uma economia moderna e 80.000.000 pessoas da Internet? O que vai acontecer amanhã, nas ruas e nos mercados de crédito? Isso nunca aconteceu antes, e os desconhecidos que se amontoam. Vamos continuar a cavar o evento, e irá atualizar esta história à medida que aprendemos mais. Na sexta-feira amanhece no Cairo sob este apagão de comunicação sem precedentes, manter o povo egípcio em seus pensamentos.

Uma das poucas exceções muito a este bloco foi Noor Group (AS20928), que ainda tem 83 dos 83 percursos ao vivo para seus clientes egípcia, com o trânsito de entrada da Telecom Italia, como de costume. Por que Noor Grupo aparentemente não afetados pela ordem de remoção nacional? Desconhecido, neste ponto, mas observamos que o egípcio Stock Exchange ( www.egyptse.com ) ainda está vivo em um endereço Noor.

Seu DNS registros indicam que é normalmente acessível em 4 diferentes endereços IP, dos quais apenas um pertence a Noor. Internet diversidade caminho de trânsito é um sinal de um bom planejamento pela Bolsa de Valores de TI, e parece ter valido a pena neste caso. Será que o governo egípcio deixar Noor de pé para que os mercados podem abrir na próxima semana?

Comprei uma Dafra APACHE RTR 150.

27 jan

Nada a reclamar sobre a moto muito pelo contrario, a moto é Show de bola, foi até indicada pela revista Duas Rodas como a Moto do ano em 2010

Nesse post aqui além de falar bem da minha nova aquisição quero falar mal da Dafra.

Falar mal não, na verdade quero deixar registrado aqui minha D E N U N C I A, pois me sinto lesado pela Dafra nas revisões periódicas que tenho que fazer em minha moto pra manter a garantia da mesma. Vejam, peguei minha moto no começo do ano, mais precisamente dia 4 (hoje dia em que escrevo este texto é dia 27/01/11) e hoje tive que leva-la para fazer a revisão dos 1000 km, pois moro a 35 km de distancia do meu trabalho por tanto ando por dia aproximadamente 70 km 15 dias de trabalho já se foi os 1000 km

Paguei por esta revisão R$77,00 e daqui a 22 dias terei que pagar R$ 151,00 pela revisão dos 3000 e daqui a 60 dias R$ 210,00 pela revisão dos 6000, ou seja R$438,00 Reais em 2 meses de uso eu acho um absurdo esses valores, isso é mais que o valor de duas prestações. A Dafra ta pegando pesado nesses valores de revisão e não vou nem entrar no mérito da questão se as peças da tal revisão foram mesmo trocadas prefiro acreditar que esta tudo bem e fazer cara de paisagem só me resta expor minha indignação aqui nesse meu pequeno espaço virtual.

Revoltado Cleoci Pinheiro

TRABALHAR, PRA QUE?

27 jan

por Ed René Kivitz

Tem aquela dos três operários que tiveram que responder a um passante o que estavam fazendo. O primeiro disse, “Estou assentando tijolos”. O segundo, “Estou correndo atrás do leite das crianças”. E o terceiro foi bem mais longe, “Estou construindo uma catedral”.

Verdade que quanto mais abrangente a consciência a respeito do seu trabalho, mais dignidade e motivação você encontrará nas tarefas do dia-a-dia. A Bíblia conta a história de Jacó, que trabalhou 14 anos para o sogro em troca da autorização para casar com Raquel – vai ser apaixonado assim lá na Bíblia! O fato é que o Nietzsche tinha mesmo razão: “somente quem sabe o porque da vida é capaz de suportar-lhe o como”, ou se você preferir, somente quem sabe porque está trabalhando é capaz de suportar a rotina. Poderíamos ampliar essa idéia para, “quanto mais nobre a motivação, mais leve o trabalho”, ou “quanto maior a motivação, menor o sacrifício”, isto é, se você souber que levar duas toneladas de pedra até o alto da montanha salva a vida do seu filho, então, que venha a montanha.

O segredo é encontrar um significado para o trabalho. A atividade não pode ser um fim em si mesmo. Gosto de acreditar que trabalhar é cooperar com Deus para colocar ordem no caos – imagine como seria o mundo sem aqueles caras que limpam as galerias de esgoto (aliás, não precisa imaginar, basta observar São Paulo nas tardes de chuva forte deste verão). Trabalhar é cooperar com Deus para colocar ordem no caos, tornar o mundo habitável, mais justo, mais fraterno, mais solidário, isto é, o mais parecido possível com o paraíso. Utopia? Claro. Mas é bom que sejamos movidos por utopias. A alternativas são o niilismo, o cinismo, ou algo pior.

Gosto também de acreditar que o trabalho é uma experiência de autodesenvolvimento, coisa que disse o Vinícius, “o operário faz a coisa e a coisa faz o operário”. Trabalhar é expressar talento, canalizar aptidão de maneira útil, fazer algo que presta para um montão de gente, o que dá aquela maravilhosa sensação de “eu faço diferença”. Enquanto a gente vai transbordando para o mundo através do fruto do nosso trabalho, a gente vai se conhecendo, aprendendo a se dominar, se desenvolvendo emocional, intelectual e espiritualmente. Eu ficaria orgulhosíssimo de ouvir uma mulher dizer “meu marido melhorou muito desde que começou a trabalhar com o senhor, é mais paciente com os meninos e parou de beber”, ou então imagine aquela mãe cumprimentando você no dia da festa de fim de ano “doutor, obrigado, meu menino é outra pessoa desde que veio trabalhar no seu escritório”. O maior fruto do seu negócio é o tipo de gente que ele coloca na sociedade. Uma pergunta que sempre me faço é a seguinte, “o que esse cara aprendeu durante estes cinco anos que trabalha na minha equipe?” O camarada que trabalha no estoque ainda está lá, ou sua empresa facilitou uma formação técnica para ele? A menina que trabalhava na recepção ainda está lá, ou sua empresa ajudou que ela terminasse a faculdade? A faxineira já sabe ler? Seu motorista já mudou para uma casinha melhor? Seu engenheiro está mais equilibrado ou ainda está na mão de agiota? Enfim, você faz gente melhor, ou ganha dinheiro com elas? Você usa a coisa para ganhar pessoas, ou usa pessoas para conseguir as coisas? O trabalho que não me faz melhor não me serve. O ambiente profissional que não alavanca biografias ainda está aquém de seu potencial pleno de produtividade.

Filosofia à parte, o negócio é o seguinte: é negócio mesmo. Apesar da beleza dos conceitos trabalho e utopia, trabalho e justiça social, trabalho e desenvolvimento pessoal, no fundo, no fundo, a maioria trabalha mesmo é para ganhar dinheiro. Convenhamos que é muito difícil passar a tarde atrás de um guichê e na frente de uma fila interminável que se arrasta, e fazer isso acreditando que o mundo vai ficar melhor quando a fila acabar, ou que você vai embora pra casa mais gente do que quando assumiu o balcão. Fala a verdade, imagine você dando uns tapinhas no ombro dos caras que estão atravessando a garagem com uma geladeira pendurada no cinturão, “parabéns pessoal, o mundo vai ficar bem mais bonito quando vocês chegarem no décimo quarto andar”. E aquela reunião de planejamento? E os gringos que chegaram da matriz e querem saber os detalhes da projeção da variação cambial, o efeito de médio prazo na rentabilidade da operação, e por que a lata de ervilha do concorrente é oito centavos mais barata?

Outro dia eu conversava com o diretor comercial de uma multinacional que me dizia que, sendo bem honesto, ele trabalhava para ganhar dinheiro para o acionista e corria atrás das metas por causa do bônus do final do ano. A conclusão dele era que essa conversa que tenta dar uma dimensão nobre na selvageria das relações de mercado é tudo enganação, maquiagem, discurso para apaziguar consciência. Não me conformei com o veredicto. Mas me solidarizo com os camaradas que estão estressados pela correria atrás de resultados, entediados com intermináveis reuniões de blá-blá-blá, frustrados com a incompetência do chefe, desanimados porque chegaram na idade que limita sua ascensão na empresa e suas chances no mercado, ou que foram injustiçados por uma política interna da companhia decidida lá do outro lado do mundo.

Chegamos numa encruzilhada. Não podemos abrir mão da dimensão que alinha o trabalho e a vida profissional com nossos valores e crenças mais profundas. Mas não são raras as vezes quando não conseguimos enxergar qualquer relação entre o que fazemos durante a maior parte do nosso tempo acordado com aquilo que realmente importa. Depois de alguns anos conversando com pessoas que chegaram nesse impasse, cheguei a algumas conclusões.

Uma delas é que o significado do trabalho e da atividade profissional não está necessariamente na atividade essencial que o define. O significado do trabalho não está necessariamente em atender a fila, redigir uma petição, planejar o lançamento de um novo produto, efetuar um implante dentário ou mudar a geladeira de uma cozinha para outra. Evidentemente, o mundo seria um caos se essas e milhões de outras coisas não fossem feitas. Mas o segredo não está necessariamente na atividade. É claro que algumas pessoas conseguem ver suas atividades e as ações que definem a essência de seu trabalho como um fim em si mesmas. Mas se não é o seu caso, nem tudo está perdido, pois o segredo não está no que você faz. Existem outros alicerces para que seu trabalho seja uma fonte de satisfação e seja redimensionado para significados perenes. Você deve focalizar não apenas o que você faz, mas também e principalmente como você faz, o ambiente onde você faz, as pessoas com quem você faz, as recompensas que você alcança depois que faz.

É possível que o camarada chegue em casa quebrado e diga pra esposa que passou o dia todo carregando caminhão. Mas também é possível que chegue em casa e diga que enquanto carregava caminhão pôde conversar com o Carlão, “que tá de cabeça cheia e ficou dois dias no bar, e eu falei pra ele sair dessa vida”. É possível que a mulher chegue em casa exausta e resmungando daquelas velhinhas que demoram 20 minutos para pagar uma conta de luz e nunca ouviram falar em débito automático. Mas também pode chegar em casa e contar que a filha da Ritinha tá grávida e o marido desempregado, e que ela chamou tomou mundo pro almoço do sábado, “já que os meninos tão viajando mesmo, a gente pode fazer um agrado pra Ritinha que ajudou muito a gente quando sua mãe tava no hospital”.

Imagine como fica diferente quando o seu Pedro chega no fim de semana e diz que estas duas horas a mais que ele trabalhou por dia no táxi valeram a pena e que vai dar pra fazer a festinha de um ano do netinho. Ou então quando o Paulo Roberto desabafa com o pai dizendo que a empresa não remunera tão bem, mas que a chance de fazer o MBA e a oportunidade de trabalhar com o Dr. Agenor são impagáveis.

Então, a coisa é a seguinte. De vez em quando você tem certeza que está construindo uma catedral, outras vezes está apenas assentando tijolos, e na maioria das vezes está defendendo o leite das crianças e uma aposentadoria confortável. Mas qualquer que seja sua atividade profissional e seu ambiente de trabalho, sempre é possível fazer as coisas com integridade e qualidade, expressar talentos e canalizar capacidades de maneira útil visando a beneficiar o maior número possível de pessoas, cultivar bons e agradáveis relacionamentos, praticar a camaradagem e desenvolver amizades profundas e duradouras, aprender alguma coisa, crescer como gente e se aperfeiçoar como profissional, somar recursos e amealhar riquezas que poderão ser desfrutadas e compartilhadas. Basta levantar os olhos dos fatos e das atividades tangíveis e visíveis, pois como Einstein fez questão de registrar no aforismo afixado na parede de seu gabinete, “nem tudo que conta, pode ser contado, e nem tudo que pode ser contado, conta”.

20 Passos para acabar com hábito da enrolar e ganhar mais tempo para aproveitar a vida

26 jan

Fonte Revista Época

Comício em beco estreito

26 jan

"Pra se fazer um comício
Em tempo de eleição
Não carece de arrodei
Nem dinheiro muito não
Basta um F-4000
Ou qualquer mei caminhão
Entalado em beco estreito
E um bandeirado má feito
Cruzando em dez posição.

Um locutor tabacudo
De converseiro comprido
Uns alto-falante rouco
Que espalhe o alarido
Microfone com flanela
Ou vermelha ou amarela
Conforme a cor do partido.

Uma ganbiarra véa
Banguela no acender
Quatro faixa de bramante
Escrito qualquer dizer
Dois pistom e um taró
Pode até ficar melhor
Uma torcida pra torcer

Aí é subir pra riba
Meia dúzia de corruto
Quatro babão, cinco puta
Uns oito capanga bruto
E acunhar na promessa
E a pisadinha é essa:
Três promessa por minuto.

Anunciar a chegança
Do corruto ganhador
Pedir o "V" da vitória
Dos dedo dos eleitor
E mandar que os vira-lata
Do bojo da passeata
Traga o home no andor.

Protegendo o monossílabo
De dedada e beliscão
A cavalo na cacunda
Chega o dono da eleição
Faz boca de fechecler
E nesse qué-ré-qué-qué
Vez por outra um foguetão.

Com voz de vento encanado
Com os viva dos babão
É só dizer que é mentira
Sua fama de ladrão
Falar dos roubo dos home
E tá ganha a eleição.

E terminada a campanha
Faturada a votação
Foda-se povo, pistom
Foda-se caminhão
Promessa, meta e programa…
É só mergulhar na Brahma
E curtir a posição.

Sendo um cabra despachudo
De politiquice quente
Batedorzão de carteira
Vigaristão competente
É só mandar pros otário
A foto num calendário
Bem família, bem decente:

Ele, um diabo sério, honrado
Ela, uma diaba influente
Bem vestido e bem posado
Até parecendo gente
Carregando a tiracolo
Sem pose, sem protocolo
Um diabozinho inocente".

Grande Jessier Quirino, com seu COMÍCIO DE BECO ESTREITO trecho do podcast A Palavra degradada de Luciano Pires

A insustentável leveza do ser – A leveza e o Peso

24 jan

O mais pesado dos fardos nos esmaga, nos faz dobrar sob ele, nos esmaga contra o chão. Na poesia amorosa de todos os séculos, porém, a mulher deseja receber o peso do corpo masculino. O fardo mais pesado é, portanto, ao mesmo tempo a imagem da mais intensa realização vital. Quanto mais pesado o fardo, mais próxima da terra está nossa vida, e mais ela é real e verdadeira.
Por outro lado, a ausência total de fardo faz com que ele voe, se distancie da terra, do ser terrestre, faz com que ele se torne semi-real, que seus movimentos sejam tão livres quanto insignificante.

Quem tem direito a salvação?

24 jan

Ola amigos, Sempre pairou uma dúvida cruel na minha cabeça… Afinal, quem tem direito a salvação? Muito já ouvi falar e, depois de horas de pesquisa cheguei, finalmente, a uma conclusão. Por exemplo, o povo israelita, até hoje, tem a falsa idéia de que somente eles são os “escolhidos” de Deus (Jeová) e, por conseqüência, os únicos a terem direito a salvação e acesso a Deus. E assim como os judeus, eu também pensei assim durante muito tempo e quero aqui compartilhar com você algumas coisas que descobri sobre esse assunto, seja paciente comigo e não deixe de expressar sua opinião caso ache que estou errado não quero ser o dono da verdade apenas estou em busca dela e aceito companhia durante o trajeto, mas voltando aos israelitas, o motivo deles pensarem assim tem uma razão. 

Está fé esta fundamentada no fato de Israel ser o povo escolhido por Deus. E esta escolha foi feita através de dois atos que se completam:

a)     Abraão – Gn 12. 1,2,7 “ORA, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei, e E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção… E apareceu o SENHOR a Abrão, e disse: À tua descendência darei esta terra…

b)     libertação da escravidão através de Moises – Ex 3.6-10

Temos ouvido, ainda, muitos pregadores que quando se referem à salvação dizem: “Jesus veio para os Judeus, mas GRAÇAS A DEUS que os judeus não o receberam, por isso nós alcançamos a salvação”

            Porém, mediante a minha pesquisa, percebo que tal afirmação não tem sustentação bíblica e, somente vem demonstrar o desconhecimento dos que assim pregam, limitando o plano de Deus para salvação do mundo.

            Então, vamos ver o que diz as escrituras? São várias as citações bíblicas que refutam tal afirmação, a começar pela própria chamada a Abraão, quando lemos o versículo 3 do capitulo 12 de gênesis, que diz: “E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra

 

            Esse texto me leva a entender que Deus jamais iria beneficiar alguém em detrimento (prejuízo) de outro; ou seja, ele chama Abraão, promete fazer dele uma grande nação (Israel), para que através desta nação, todas as demais famílias fossem alcançadas pelas suas bênçãos, ou seja, os judeus se tornariam uma nação e o centro religioso do mundo Ex 19.6 “E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo…

 

            Com base nisso, então, começo a entender, o plano de Deus no tocante a salvação, já que Abraão seria abençoado e se tornaria uma fonte de benção para TODAS as famílias e não algumas..não só para as do Oriente ou do Ocidente, para os japoneses, ou espanhóis, para os ricos ou para os pobres… Etc. Foi por esta razão que Deus estabeleceu Israel no centro da terra Ez 5.5 “Assim diz o Senhor DEUS: Esta é Jerusalém; coloquei-a no meio das nações e das terras que estão ao redor dela.“.

 

Portanto todos os textos que aparentemente afirmam este conceito de salvação única e exclusivamente para o povo  judeu, requer simplesmente uma interpretação mais contextualizada. Compare por exemplo, este texto: João 10. 14-16 “Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido. Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai, e dou a minha vida pelas ovelhas. Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor.” Observemos que Jesus quando disse estas palavras estava em pleno exercício ministerial e não havia sido totalmente rejeitado pelos judeus, e ainda há de se considerar que Jesus não foi totalmente rejeitado por todos os judeus, haja vista que todos os seus discípulos eram judeus.

 

            Portanto, acredito que a missão principal de Israel era fazer Deus Jeová conhecido em todo o mundo, mas, infelizmente, Israel falhou. Por isso Jesus teve que vir e se tornar a benção de todas as nações. Vejamos algumas citações bíblicas:

 

Lc 19.10 “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.”

 

Is 42.6 “Eu, o SENHOR, te chamei em justiça, e te tomarei pela mão, e te guardarei, e te darei por aliança do povo, e para luz dos gentios.”

 

Rm 3.29 “É porventura Deus somente dos judeus? E não o é também dos gentios? Também dos gentios, certamente,”

 

Jo 3.16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

 

            Entendemos todo o valor  de Israel. Foi  o povo escolhido para que através dele viesse nascer o Salvador do mundo, cumprindo-se as profecias. Independente da aceitação ou não dos judeus, Jesus viria para restaurar a humanidade perdida e reconduzi-la a Deus. Embora a bíblia afirme que Cristo morreu por todos os homens, é certo que nem todos alcançaram a salvação, mas todos quantos puderem crer e aceitar o sacrifício expiatório de Cristo, com certeza serão salvos. Logo,  somente os que crerem herdarão a salvação. Ai está o x da questão…  Os que crerem terão a salvação, esse é o requisito, o necessário. Crer.

Jesus disse: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado”

 

Portanto, ao meu questionamento inicial: Quem tem direito a salvação?  Tenho a certeza que a reposta é: Todos os que crêem e confessam o seu nome Jesus

e assim concluo meu pensamento esperando que tenha conseguido ser claro mas se não fui me desculpe, que Deus me conceda outra oportunidade de lhe falar abraços Cleoci pinheiro

 

 ”Só pra exclarecer, este é um velho post que achei perdido aqui entre meus rascunhos e nunca publiquei, ele é de mais ou menos de uns 4 ou 5 anos atrás, li e confesso que fiquei perplexo ao notar o quanto nossa mentalidade mudo ao longo dos anos. mas ai esta um breve relato de como eu pensava num passado não muito distante.”

Playboy sem censura chegará em março para o iPad

20 jan
Um catálogo da revista com todas as edições, desde a de 1953, estará disponível para o iPad em março deste ano

Hugh Hefner, fundador da Playboy, anunciou o lançamento, via Twitter, de um catálogo da revista com todas as edições, desde a de 1953, disponível para o iPad em março deste ano.

"A Playboy do iPad não terá censura", confirmou Hefner, mostrando que a versão será diferente da vista no aplicativo lançado para iPhone.

Steve Jobs já alegou, em abril de 2010, que não permitiria esse tipo de material no dispositivo. Contudo, a chegada da Playboy ao iPad não se deve ao recesso de Jobs na companhia.

Vendi minha moto.

18 jan

Pois é, vendi minha “dafrinha véia” que me foi muito útil por muito tempo, estava eu pensando na serventia dessa moto pra mim ao longo desses dois três anos em que fiquei com ela. De repente me deu uma puta dó mas ao mesmo tempo me sentia feliz por ter vendido a motoquinha mas não por ter me livrado de uma bucha ou coisa do tipo, mas por que senti que aquela motinha tinha cumprido seu papel enquanto esteve comigo e isso se concretizou ao ler esse texto do Ed Rene a respeito das “coisas”. Leia vale a pena.

A sabedoria dos rabinos

Duas leis a respeito da administração de riquezas.

Outro dia um casal amigo precisou de subsídios para decidir a venda de um dos seus imóveis. Na verdade, era bem mais do que um imóvel, era uma propriedade que simbolizava anos de sua parceria conjugal, um lugar muito especial, daqueles feitos a quatro mãos com todos os detalhes contando uma história. Depois de conversar ao telefone, dediquei alguns instantes à oração e depois escrevi para eles um texto resumindo algumas coisas interessantes que aprendi com os rabinos, com referência especial a Nilton Bonder, A cabala do dinheiro, a respeito de propriedades e posses. Duas especialmente.

A primeira é a “lei do máximo proveito”, que diz que o justo não abre mão do que é seu, mas percebe quando o que é seu lhe representa maior ganho não mais sendo seu. O justo passa adiante sua propriedade quando esta transação de transferir a posse lhe proporciona mais prazer, conforto e retorno. Isto é, o justo sabe quando o máximo proveito de uma propriedade está em abrir mão dela.

Conta-se que o Reb Zalman foi abordado por uma pessoa que ficou maravilhada pelas cores do seu manto. A reação dessa pessoa foi tão intensa que o Reb Zalman ofereceu-lhe o manto de presente. O Reb percebeu que a pessoa havia ultrapassado o limite de desejo e naquele instante houve uma mudança sutil no nível de “direito de propriedade”. Reb Zalman poderia ter retido o manto, mas não quis, pois já não lhe pertencia mais, isto é, o máximo proveito que ele poderia extrair de sua propriedade naquele momento era ofertá-la.

Em outras palavras, existe no universo uma cadeia ou fluxo de posses, e a riqueza do universo consiste em entrar na onda desse fluxo, sem represar nem desperdiçar nada. A gente tem que saber quando uma propriedade começa a desequilibrar o universo ficando em nossas mãos. Às vezes, abrir mão de uma propriedade é uma forma de alimentar esse fluxo de riquezas que gera mais riquezas para nós e para as pessoas ao nosso redor. Lembro de uma expressão que muito me desafia: “Quando você tem uma coisa que não pode entregar nas mãos de Deus, na verdade não é você quem tem a coisa, é a coisa quem tem você”. E quando uma coisa tem a gente, é muito perigoso ficar com ela na mão. O melhor proveito está em abrir mão daquilo. Sempre digo a Deus que não quero deixar de lado qualquer coisa que Ele queira me dar, mas também não quero ter nas mãos qualquer coisa que não tenha sido abençoada por Ele.

O outro ensinamento dos rabinos trata do que eu chamo de “lei do enriquecimento integral”. Todos nós temos várias contas correntes: saúde, caráter, relacionamentos, dinheiro, realização, conforto, tranqüilidade, sono, coração e consciência em paz, e assim por diante. O enriquecimento integral acontece quando a gente consegue fazer com que todas as contas cresçam ao mesmo tempo. O justo jamais saca da conta caráter para depositar na conta corrente; jamais saca da conta família para depositar na conta realização pessoal. Mais do que isso, o justo sabe quais das contas sacrificar mais e quais sacrificar menos. Isto é, na hora de escolher entre perder dinheiro e perder a integridade, o justo sempre perde dinheiro.

Esse ensinamento me traz duas considerações. A primeira é que o bem estar pessoal e familiar, o conforto, a tranqüilidade e a paz de espírito são riquezas imensuráveis. Não devemos nem precisamos abrir mão de uma vida confortável. Apenas devemos cultivar um coração capaz de viver no desconforto sem murmurar e sem permitir que isso nos infelicite. Tem gente, por exemplo, que prefere perder dinheiro que perder a paz de espírito, a pureza da consciência e leveza do sono. Prefere abrir mão de uma propriedade que comprometer seu ambiente familiar com ansiedade e o stress de uma dívida ou de uma vida com inquietações desnecessárias ou que poderiam ser evitadas. Em outras palavras, todos nós devemos fazer uma lista de valores inegociáveis. Caso você não a tenha, é bom providenciar com urgência, e depois verificar se Deus concorda com ela.

A segunda aplicação é que sempre devemos fazer distinção entre perda e transferência. Às vezes, queimamos riquezas de uma conta para cobrir os déficits de outra. Mas há casos quando transferimos fundos. Como sabemos a diferença? Quando o depósito numa conta não é uma forma de gerar mais riqueza, então estou pagando dívida. Mas quando o depósito em uma conta gera mais riqueza, então estou fazendo investimento, alavancando resultados, multiplicando recursos e fazendo transferência de fundos. Precisamos discernir quais as contas estão desequilibradas ou precisando de um reforço. E precisamos saber de qual conta vamos sacar o necessário para promover o equilíbrio ou potencialização.

Por exemplo, vale a pena ser promovido para ter um percentual de aumento de salário e partir da nova função ter que viajar e passar a semana longe da família? A recusa do novo cargo acarreta danos aos meus projetos profissionais, e caso positivo, ainda assim, vale a pena ficar longe de casa? Ou, então, esse é mesmo o momento de iniciar uma pós-graduação? Quais as contas ficarão descobertas ou sofrerão saques durante este período? Será que vale mesmo a pena comprar um terreno que vale 70 mil reais sendo que para conseguir os tais 70 mil eu vou me comprometer com dois plantões semanais durante dois anos? Às vezes precisamos dedicar mais atenção à conta “trabalho”, em detrimento de outras, porque o momento exige, e de vez em quando precisamos colocar a conta trabalho em segundo plano para cuidar da conta “filhos” ou “cônjuge”.

Portanto, para administrar posses, sempre me pergunto se terei mais ganho retendo ou transacionando (comprando, vendendo, doando) o objeto? No caso optar por transacionar o objeto, de qual(ais) conta(s) estou sacando e em qual(ais) conta(s) estou depositando? Esta transação do objeto é uma queima de gordura para quitar débitos, um desperdício de recursos, ou uma forma de investimento para alavancar mais riquezas (em todas as dimensões)?

Segue alguns momentos que vivi com minha motoquinha véia.

Hoje essa moto foi fazer parte da historia de outro cara (putz, o cara que comprou o moto acaba de me ligar enquanto escrevo este post), espero seja feliz ao lado dela assim como fui também.

Ronaldo é chamado de baleia pelo Jornal The Sun

4 jan

De férias no Caribe, Ronaldo tem
barriga ironizada por jornal britânico

Atacante do Corinthians foi fotografado tomando banho de mar em St. Barts

"Ronaldo parece feliz da barriga", brinca o jornal britânico The Sun

O atacante Ronaldo, do Corinthians, curte suas férias em St. Barts, no Caribe, mas nem na paradisíaca ilha o atleta consegue um descanso das lentes dos fotógrafos. O jornal britânico The Sun ironizou a forma física do camisa 9 do Timão, flagrada em um banho de mar.

Nesta terça-feira (4), o diário afirmou que quem se sente culpado por ter comido demais no Natal deve olhar para a barriga de Ronaldo. Para completar, o The Sun escreveu que o atacante parece viver à base de bacon.

Conhecido por explorar momentos constrangedores de estrelas do futebol mundial, o jornal britânico foi ainda mais longe e afirmou que "felizmente ele estava longe de navios baleeiros com arpões no gatilho".

Com dispensa especial da diretoria do Corinthians, Ronaldo não precisou se reapresentar ao elenco na segunda-feira (3), como o resto do grupo.

Você me fez ser Pai

3 jan

Você me fez ser pai,
Não dá bem pra explicar
Ser pai, bem maior não há
E ao te ver crescer,
E a woman homem ser
Mas pra sempre será meu bebê

Os números de 2010

3 jan

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Uau.

Números apetitosos

Imagem de destaque

O Museu do Louvre é visitado por 8,5 milhões de pessoas todos os anos. Este blog foi visitado cerca de 79,000 vezes em 2010, o que quer dizer que se fosse uma exposição no Louvre, eram precisos 3 dias para que as mesmas pessoas a vissem.

Em 2010, escreveu 227 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 371 artigos. Fez upload de 538 imagens, ocupando um total de 33mb. Isso equivale a cerca de 1 imagens por dia.

The busiest day of the year was 30 de julho with 709 views. The most popular post that day was Roberto Carlos o Rei de uma perna só..

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram google.com.br, search.conduit.com, twitter.com, search.babylon.com e buscador.terra.com.br

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por joana prado, nicole bahls, r7.com, feiticeira e maurren maggi

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Roberto Carlos o Rei de uma perna só. dezembro, 2009
13 comentários

2

Joana Prado demite assessora por não barrar imagens de Feiticeira novembro, 2009
6 comentários

3

Panicat Nicole Bahls assina contrato com Playboy junho, 2010
2 comentários

4

R7 está no ar: conheça o novo portal setembro, 2009
27 comentários

5

Fotos de Marge Simpson na Playboy janeiro, 2010
4 comentários

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 296 other followers